Carregando poesias…Acervo
2.721 poesias no acervo
Athos Ronaldo Miralha da Cunha
Quando essa pandemia passar eu quero chutar o balde... e o pau da barraca. Quero sentar na rede na varanda
Carlos André Siqueira
No dia em que eu me for Não quero choro nem vela Quero um brazedo queimando Um lampião na janela
Tulio Souza
Avisarei aos amigos com antecedência, Pois vou querer a maior festa que um defunto já fez! Não quero saber de outro velório tristonho, Vai ser um funeral de quem já tem experiência,
Juca Ruivo
Quando eu volver para o meu pago, um dia, e ouvir de novo a glória da querência na cordeona do pássaro gaúcho, encarnarei, — por tão curtida ausência -,
Lucas Augusto Rohde
Verdes... Verdes eram os olhos dela naquela tarde de maio. O Outono trazia
Paulo Ricardo Costa
Um dia, eu peguei a estrada, Sem saber para onde ia... Pois o mundo que eu queria, Não tinha rumo, nem parada,
Sebastião Teixeira Corrêa
Todo o verde do meu campo sobrou na cuia de mate, que sorvo ao pé do braseiro nas horas de solidão
Caine Teixeira Garcia
Um bom dia morno Que se faz suplício, Serve um mate frio Que à mão alcança...
Cândido Brasil
O dia vai fechando os olhos e a tarde relaxa o músculo, puxa o pala do crepúsculo e vai cobrindo restolhos, deixando imagens em molhos, ao calor dos raios do sol
Caine Teixeira Garcia
Quando o poeta chorou A dor feriu, mortal como bala! Puseram-se sonhos na mala Que o destino guardou.
Carlos Omar Villela Gomes
Quando o sol caiu não solucei, Enchi o peito com o ar que ainda tinha E pensando estar pensando não pensei.
José Luiz Flores Moró
No princípio... Foram patas de cavalos Que afundaram trilhas pelos campos virgens E ombrearam rumos, difundindo origens,
Alcindo Neckel
Um gris de tarde perpassa as planuras do horizonte ... a inspiração já escassa lhe visita novamente!
Sebastião Teixeira Corrêa
Por onde andarão os versos Que escrevi nas madrugadas, Quando a aurora da vida Chegava batento cascos
Sebastião Teixeira Corrêa
Senhores, peço licença; Pedir licença é preciso... Espero, eu seja conciso, Ao fazer este relato,
Adão Pedro Bernardes
Nasci aqui nesse vale Aqui passei minha infância, Por isso dou importância Quero que o vento me embale.
Sebastião Teixeira Corrêa
Neste universo de sonhos, em que mergulho meus dias, Há um mar azul de esperanças e anseios de ser feliz, Um barco tocado a velas, flutua ao soprar do vento, Sem nunca encontrar a costa:
Fernando Araújo
Gente que chega..... gente que sai.... - Tenho pressa, estou atrasado!
Sebastião Teixeira Corrêa
Ontem vendí meu cavalo... Foi o final de uma etapa Da vida deste peão;
Ari Pinheiro
Quando um gaúcho canta o campo Num acalanto nina sua própria dor Que indormida sonha acordes de guitarra E pede calma ao coração corcoveador
Sérgio Seretto
Parecem que choram os estrivos pendurados e o pelego guacho já puído pelo tempo Já não tem mais alegres bocas com sotaque trocando o mate por um naco de sustento.
Loresoni Barbosa
Hoje; meus olhos órfãos de lágrimas Desprenderam-se do eterno outono Desprezaram horizontes largos, Despiram-se de dor e madrugadas
Luís Paulo Pizolotto dos Santos
Quando um poeta chora... correm lágrimas de nostalgia! Deixando triste a poesia e apertando o coração. São instantes de emoção que fazem voltar à lembrança, O tempo que era criança e os momentos de solidão...
Fabrício Marques
Guitarra, verso e garganta, - Três armas para uma terra - Quando as empunho pra “guerra” Estribado em sentimento,