Carregando poesias…Acervo
5 poesias
Francisco Carneiro Neto e José Mauro Ribeiro Nardes
Morfeu embala o sono, Dos que dormem nos galpões, Não pintou o arrebol, Paira um breu sobre os rincões.
José Mauro Ribeiro Nardes e Francisco Carneiro Neto
No vão das velhas paredes, De um rancho aberto nas pontas, Fui martelando por conta Da arquitetura ilusória;
José Mauro Ribeiro Nardes e Francisco Carneiro Neto
A se julgar pela sombra, Era meio dia e meia, Enquanto o dono sesteia, O cusco cuida da tropa,
José Mauro Ribeiro Nardes e Francisco Carneiro Neto
Tendo o verso como arreio, Vou fazendo pastoreio No manancial da memória. E ao repisar as lonjuras,
Francisco Carneiro Neto e José Mauro Ribeiro Nardes
Quando a alma se escancara e abre as porteiras do ontem, Meu olhar busca horizontes pelos rumos que imagino, Sigo no cabresto do tino, rememorando paisagens, E relembro as imagens que eu olhei quando menino.