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4 poesias
Alberto Sales
De guri fui galponeiro Manuseava no galpão Loro, rédea e travessão, Lonqueava o dia inteiro
Alberto Sales
Deixou todos os tesouros guardados No sótão, do galpão do meu avô, Registros nas prateleiras de encantos Repletas de memórias bem antigas
Alberto Sales e Joseti Gomes
“- O tempo tá firme! Amanhã, antes do galo cantá, pegamo o rumo da roça... Não podemo mais esperá...”
Alberto Sales
O badalar do sino Se deu voz a quieta manhã Contraponteando com as patas Dum mouro delgado estradeiro,