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10 poesias
Léo Ribeiro de Souza
Trago ao reponte um destino, um fado, e que me prende a cultivar raízes correntes de aço, grilhões bem cadeados silenciosos, densos, invisíveis.
Léo Ribeiro de Souza
“Dorme filhinha que a Cuca já vem. Papai foi à caça, mamãe logo vem”.
Léo Ribeiro de Souza
Te bombeando, assim, dormindo, neste quarto decorado, fico horas ao teu lado te acariciando e sorrindo.
Léo Ribeiro de Souza
A chuva torrencial lambe a grama fina, as abas do chapéu, a ponta do palheiro. Enquanto frouxo a chincha do flete molhado com o resto de alento, com o olhar gelado,
Léo Ribeiro de Souza
Ruas talhadas no bater de cascos, casebres toscos, num dos quais nasci, xirús campeiros de estampa honesta de um telurismo que igual não vi.
Léo Ribeiro de Souza
- Estou ouvindo os tambores... ... e vem lá do Morro Alto! Cruzam, no mais, o asfalto expressando os seus valores.
Léo Ribeiro de Souza
Repisando o próprio rastro que ficou petrificado nos lamaçais, por três dias, quando desceram as quebradas da Serra da Bananeira rumo a Conceição do Arroio.
Léo Ribeiro de Souza
Eu sou a prendinha de lábios risonhos que um mundo de sonhos espera viver.
Léo Ribeiro de Souza
I Pele de bugre, de marrom praieiro, matiz de bronze destes memoriais, couro curtido dentre os canaviais
Léo Ribeiro de Souza
Rio Grande é terra bendita, é pátria, campo e galpão. É baldas do coração quando um amor lhe palpita.