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2 poesias
Adair de Freitas
A poeira da estrada, o berro do gado, o grito do homem. O som do cincerro da égua madrinha, o ruído do freio mascando na boca, do flete cansado por léguas de estrada.
Adair de Freitas
Quando refugo meu catre, cedito, que ainda não é dia nem noite, da porta do galpão encho minh'alma na paz que me transmite a calma