Alma em Verso
Acervo

Poesias

2.666 poesias no acervo

  • 05 – Telúrico - Cândido Brasil

    Cândido Brasil

    O pó do barro da terra é a origem de onde vim, sou matéria que encerra princípio, meio e fim,

    15º Bivaque da Poesia Gáucha
  • 06 - A Janela do Nada - Carlos Omar Villela Gomes e Bianca Bergmam

    Carlos Omar Villela Gomes e Bianca Bergmam

    A janela do nada não mostrava nada, Numa falta de tristeza e alegria sem igual. Debruçado sobre o tempo, transparência emoldurada... De um nada sobre o outro, fui erguendo o meu quintal.

    15º Bivaque da Poesia Gáucha
  • 07 - A Negra Poesia - Caine Teixeira Garcia

    Caine Teixeira Garcia

    Ela sonhava em ser poesia... E nunca soube ser mansidão! Te aquieta! - a realidade dizia – Pois ninguém vive de ilusão!

    15º Bivaque da Poesia Gáucha
  • 08 - De Soslaio - Cristiano Ferreira Pereira

    Cristiano Ferreira Pereira

    De soslaio!... Muitas vezes o pampa me olhou assim: negaceando estribo pra um bater de cascos na direção da vida que plantei pra mim.

    15º Bivaque da Poesia Gáucha
  • 1 A Origem da Palavra

    Adão Quevedo

    A palavra É uma espada, Quando corta o silêncio... O silêncio...

    II Sinos do Verso Gaúcho
  • 1 Andarengo

    Cândido Brasil

    I Foi o ponto de partida: O rincão. Da epiderme verdejante das campinas e o colorado do pó das estradas de clhão,

    II Tertúlia da Poesia - Santa Maria
  • 1. A Cruz de Cedro

    Rodrigo Bauer

    Talvez tenha sido morto na Guerra do Paraguai... Ninguém o sabe por certo, que o tempo longe se vai... Num cemitério de campo plantou-se mais um cristão e a Cruz de cedro, ainda verde, ficou cravada no chão!

    9º Bivaque da Poesia Gáucha
  • 1. A Última Dança

    Carlos Omar Villela Gomes

    Chegou num tranco seguro De dono, líder, patrão... Fazendo contrapartida Ao tranco do coração.

    10º Bivaque da Poesia Gáucha
  • 1. Das Saudades Encardidas

    Rodrigo Canani Medeiros

    Quando um guri de campo, aportava na cidade pras lides do alfabeto, chegava mui desconfiado

    I Sinos do Verso Gaúcho
  • 10 – Silêncio - Henrique Fernandes

    Henrique Fernandes

    A prudência do silêncio guarda o valor da palavra... ...palavra- trança redonda que dá mais fina lonca

    15º Bivaque da Poesia Gáucha
  • 10 Releitura

    Gujo Teixeira

    Surgem do fundo do tempo, dos romances e dos livros personagens de verdade, que na memória estão vivos um a um, rompem as folhas, no branco que foram escritas pra povoarem outras histórias, que ao tempo não foram ditas...

    II Tertúlia da Poesia - Santa Maria
  • 10. Por Que Choram Inocentes...?

    Jorge Luiz Rosa Chaves

    Por que choram inocentes... Se o mundo evoluiu? ...Se o pingo espera encilhado

    9º Bivaque da Poesia Gáucha
  • 10. Tempo e Saudade

    Jeferson Monteiro

    Busco,entre os acordes do pinho, Dar adeus à tristeza e a todas as incertezas Que em meu peito fizeram ninho. Busco entender a vida,

    I Sinos do Verso Gaúcho
  • 100 Versos Para o Teu Sorriso

    Vaine Darde

    Moça do sorriso claro como aurora de setembro, de outro riso, não me lembro, luzindo em matizes raros

    V Querência da Poesia Xicra
  • 11 Silêncios de Barro e Pedra

    Caine Teixeira Garcia

    Nestes silêncios de barro e pedra Pelos "adentros" de mim, padeço... Há na incerteza, que vinga e medra lalvez a herança do que mereço!

    II Tertúlia da Poesia - Santa Maria