01 - A Saga das Carretas - José Luiz Flores Moró
José Luiz Flores Moró
No princípio... Foram patas de cavalos Que cortaram trilhas pelos campos virgens Transportando rumos e ombreando origens,
15º Bivaque da Poesia Gáucha2.666 poesias no acervo
José Luiz Flores Moró
No princípio... Foram patas de cavalos Que cortaram trilhas pelos campos virgens Transportando rumos e ombreando origens,
15º Bivaque da Poesia GáuchaAnderson Fonseca
É de pau-ferro o monumento campechano... ...talhado por mãos de rude artista; Cuja sombra imponente, se alonga
15º Bivaque da Poesia GáuchaSebastião Teixeira Corrêa
Se todas as penas Fossem apenas pena de quem tem piedade... Se todas as penas
15º Bivaque da Poesia GáuchaSérgio Sodré Pereira
Eu desconheço os motivos pelos quais mereci o regalo de, um dia, o teu cavalo encostar no meu de lida;
15º Bivaque da Poesia GáuchaCândido Brasil
O pó do barro da terra é a origem de onde vim, sou matéria que encerra princípio, meio e fim,
15º Bivaque da Poesia GáuchaCarlos Omar Villela Gomes e Bianca Bergmam
A janela do nada não mostrava nada, Numa falta de tristeza e alegria sem igual. Debruçado sobre o tempo, transparência emoldurada... De um nada sobre o outro, fui erguendo o meu quintal.
15º Bivaque da Poesia GáuchaCaine Teixeira Garcia
Ela sonhava em ser poesia... E nunca soube ser mansidão! Te aquieta! - a realidade dizia – Pois ninguém vive de ilusão!
15º Bivaque da Poesia GáuchaCristiano Ferreira Pereira
De soslaio!... Muitas vezes o pampa me olhou assim: negaceando estribo pra um bater de cascos na direção da vida que plantei pra mim.
15º Bivaque da Poesia GáuchaRodrigo Canani Medeiros
Roncava o primeiro mate na Fazenda do Retiro, o Coronel Juca Trindade razonava c'oa boieira
15º Bivaque da Poesia GáuchaAdão Quevedo
A palavra É uma espada, Quando corta o silêncio... O silêncio...
II Sinos do Verso GaúchoCândido Brasil
I Foi o ponto de partida: O rincão. Da epiderme verdejante das campinas e o colorado do pó das estradas de clhão,
II Tertúlia da Poesia - Santa MariaSebastião Teixeira Corrêa
A linha tênue que aparta A razão de homem campeiro Das raias do desvario Não suportou a injustiça
I Concurso de Poesias Gauchescas – 31º Rodeio de VacariaCarlos Omar Villela Gomes e Ricardo Rítzel
Os meus olhos de guri eram puros, verdadeiros, Só miravam brincadeiras e pequenos horizontes; Bebiam das limpas fontes que a infância nos proporciona.... A minha alma era dona da velha Boca do Monte.
I Estância da Poesia Crioula - VirtualRodrigo Bauer
Talvez tenha sido morto na Guerra do Paraguai... Ninguém o sabe por certo, que o tempo longe se vai... Num cemitério de campo plantou-se mais um cristão e a Cruz de cedro, ainda verde, ficou cravada no chão!
9º Bivaque da Poesia GáuchaCarlos Omar Villela Gomes
Chegou num tranco seguro De dono, líder, patrão... Fazendo contrapartida Ao tranco do coração.
10º Bivaque da Poesia GáuchaRodrigo Canani Medeiros
Quando um guri de campo, aportava na cidade pras lides do alfabeto, chegava mui desconfiado
I Sinos do Verso GaúchoHenrique Fernandes
A prudência do silêncio guarda o valor da palavra... ...palavra- trança redonda que dá mais fina lonca
15º Bivaque da Poesia GáuchaGujo Teixeira
Surgem do fundo do tempo, dos romances e dos livros personagens de verdade, que na memória estão vivos um a um, rompem as folhas, no branco que foram escritas pra povoarem outras histórias, que ao tempo não foram ditas...
II Tertúlia da Poesia - Santa MariaSeveriano Altair Borges
Fui puxando um mundo antigo... La dos fundões da querência E fui separando a essência Das coisas que me marcaram
I Concurso de Poesias Gauchescas – 31º Rodeio de VacariaJuliano Javoski
Dormem sob a coberta de cinzas do fogão tropeiro, mil histórias das “mil e uma rondas”;
I Estância da Poesia Crioula - VirtualJorge Luiz Rosa Chaves
Por que choram inocentes... Se o mundo evoluiu? ...Se o pingo espera encilhado
9º Bivaque da Poesia GáuchaJeferson Monteiro
Busco,entre os acordes do pinho, Dar adeus à tristeza e a todas as incertezas Que em meu peito fizeram ninho. Busco entender a vida,
I Sinos do Verso GaúchoVaine Darde
Moça do sorriso claro como aurora de setembro, de outro riso, não me lembro, luzindo em matizes raros
V Querência da Poesia XicraCaine Teixeira Garcia
Nestes silêncios de barro e pedra Pelos "adentros" de mim, padeço... Há na incerteza, que vinga e medra lalvez a herança do que mereço!
II Tertúlia da Poesia - Santa Maria