Carregando poesias…Acervo
11 poesias
Carlos Omar Villela Gomes e Ricardo Rítzel
Os meus olhos de guri eram puros, verdadeiros, Só miravam brincadeiras e pequenos horizontes; Bebiam das limpas fontes que a infância nos proporciona.... A minha alma era dona da velha Boca do Monte.
Rodrigo Borges Bueno
Quantas vezes solitário, ao derredor de um fogão Quentura pra o coração, nas longas horas de espera Vivendo em rancho ou tapera, no ocaso da existência O posto virou querência, sem devaneio ou quimera.
Noé Cezar da Silva
O largo das sesmarias Já não cabia nos olhos. As cores tão conhecidas E mesmo o verde dos mates,
Vítor Bielaski
Gira-gira da memória De um tempo que hoje é distância Carrossel de fantasia Na magia da minha infância
Danilo Kuhn
Acima do céu da pampa existe um pago bendito, sesmaria do infinito onde o horizonte se acampa.
Edson Marcelo Spode
Paixão....força rompante Trovão estouro, lampejo Tem por tempero o desejo Nos olhos só o que convém
Matheus Costa
Nos olhos, poeira e distância... Na alma, restos de adeus!... Desta forma, João Lonjura
Joseti Gomes
Grades não aprisionam O soco da mão fechada Que jura amor desse jeito! No sangue quente da briga,
Arabi Rodrigues e José Luiz dos Santos
O Nico encilhou de tarde, no “Rincão da Timbaúva”. O tempo ameaçando chuva, silêncio em ponto d’alarde.
Juliano Javoski
Dormem sob a coberta de cinzas do fogão tropeiro, mil histórias das “mil e uma rondas”;
Matheus Bauer
I Eu sempre vou levar, junto comigo, os quatro velhos naipes do baralho