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4 poesias
Fabrício Marques e Otávio Lisboa
Terrunha... Arte crioula... Alma em raízes no chão Feito um materno cordão Sem tesouras por destino
Otávio Lisboa
Eu vi uma flor bonita, tinha nome de senhora! Abraçada em seus enredos, pendurada em suas demoras…
Otávio Lisboa
Talvez tenha ficado num galpão de quincha pobre… Talvez tenha sumido entre os brilhos de algum cobre. O certo é que não se acha, nem por decreto ou razão, O respeito morreu quieto, sem pedir a extrema-unção…
Otávio Lisboa
Benzido… corpo e raíz… Na inconstância do tempo; Eu que já chorei lamentos Pelas frestas da minha copa,