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5 poesias
Marcelo d’Ávila
Eu quero a paz das praças das pequenas cidades do interior:
Marcelo d’Ávila
0 vento assobia, em acordes de valsa, Canções tão antigas que o tempo nem lembra – Abraça as macegas, sacode e embala, Na volta dos ranchos, com rumo à fazenda.
Marcelo d’Ávila
De barro moldei meu verso: Do mesmo barro pisado Pelos caminhos das tropas, Sovado de pata e casco
Marcelo d’Ávila
Os olhos da infância bombeiam distâncias pra além das cancelas e erguem castelos
Marcelo d’Ávila
Meu simples galpão de estância Guarda lembranças antigas Em cada nesga de história Pendurada na parede;