A Dor
Cláudio Silveira e Cristiano Ferreira Pereira
Dor... Que é sofrimento... ... das feridas; tormento, aflição
9º Bivaque da Poesia Gaúcha25 poesias
Cláudio Silveira e Cristiano Ferreira Pereira
Dor... Que é sofrimento... ... das feridas; tormento, aflição
9º Bivaque da Poesia GaúchaCristiano Ferreira Pereira
Tropeiro das noites curtas... na ronda das tropas grandes. Orelhano...
Cristiano Ferreira Pereira
Aquele com o dom da palavra é capaz de mudar o mundo apenas com o olhar.
Cristiano Ferreira Pereira
A Vaidade ante ao espelho se deslumbra... Se enaltece, exibindo um riso fútil, Julgando que é um dever e que é útil, Por entender ser o lume adormecido... na penumbra.
Cristiano Ferreira Pereira
Não!... Não ficou tapera a fazenda antiga! Arrendou os campos,
Cristiano Ferreira Pereira
O tempo enfrena um dia lobuno e a água, mansamente, beija as flexilhas, dando de beber ao solo pampeano. Me “quedo”, só, no galpão,
Cristiano Ferreira Pereira
Abichornado... Assim estava o rapazote. Mesmo na flor da idade,
Cristiano Ferreira Pereira
“Talvez não seja o primeiro... Talvez não seja o melhor... Mas é um versito de campo Retoçando num potreiro!...”
Cristiano Ferreira Pereira
De soslaio!... Muitas vezes o pampa me olhou assim: negaceando estribo pra um bater de cascos na direção da vida que plantei pra mim.
15º Bivaque da Poesia GaúchaLuciano Salerno e Cristiano Ferreira Pereira
Noite fria de agosto... A garoa fina marcando o trote, Sem pausa e lento, do tempo... Contraponteando maus presságios
Cristiano Ferreira Pereira
Mal clareia a nesga de uma nova luz... e a inveja bombeia quieta, espreitando... ao longe, ensaiando ditos e buscando a volta,
II Festival Querência Amada - RolanteCláudio Silveira e Cristiano Ferreira Pereira
Lições de campo e estrada Lembra ainda... ...Como se cada passagem de vida e lida de campo
Cristiano Ferreira Pereira
I Era um bolicho, num ranchito tosco, barreado,
Cristiano Ferreira Pereira
...A meia luz da candeia, Se projeta amarelada, Numa nesga de aprisco, nos ‘bretes de um arrabalde’... Que se confunde ao brilho perdido
Cristiano Ferreira Pereira
O justo destino ter, Campeando sempre a justiça, Por ser justo e merecer.
Cristiano Ferreira Pereira
O medo... seduz o bico da pena, e ofusca a luz do poema que... cala por não saber.
Cristiano Ferreira Pereira
Palanque!... A fibra e o viço da madeira... Contendo a força bruta Que lhe tironeia.
9º Bivaque da Poesia GaúchaCristiano Ferreira Pereira
Perpassa pro papel, a pena, A paz que verte em poema No mais sublime sonhar.
Cristiano Ferreira Pereira e Everton Michels
Quando a lua brinca na aguada pra um olhar beber poesia, e as brumas se desfazem Para um verso que extasia,
II Festival Querência Amada - RolanteCristiano Ferreira Pereira
me pilchei a capricho, me desfiz de anseios e enfrenei o colorado do meu sangue pra recorrer os corredores deste
Cláudio Silveira e Cristiano Ferreira Pereira
Num trono de crina e cascos a vida se fez campeira, sem razões, só por ser...
Cristiano Ferreira Pereira
Perdoe se me emociono com a magia do poema, Mas o pensar e a verdade transpõem a realidade, Levando-me de viagem a um plano sem gravidade Que extrai de mim, pro papel, a intensidade do tema.
Cristiano Ferreira Pereira
Triste!... É assim a mirada de teu semblante atual, Estagnado, sem menção maior Que a inquietude que provoca teu silêncio.
Cristiano Ferreira Pereira
Mal fresteias um vistaço a tua volta, nesse ranchito humilde que te acolheu no mundo, para buscar saber onde estás
10º Bivaque da Poesia Gaúcha