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4 poesias
Rodrigo Borges Bueno
Quantas vezes solitário, ao derredor de um fogão Quentura pra o coração, nas longas horas de espera Vivendo em rancho ou tapera, no ocaso da existência O posto virou querência, sem devaneio ou quimera.
Rodrigo Borges Bueno
Peregrinou pela pampa... Tordilho de toda a crina Na rebeldia teatina de um andejar inconstante Destino itinerante de repensar os valores
Rodrigo Borges Bueno
Existem três cruzes no alto do morro Assim como as fases da vida do peão Existem três passos que buscam caminhos Em mil pergaminhos de fé e razão.
Rodrigo Borges Bueno
As almas eternas que vagam no Além Aguardam também voltar a razão? Ou sem a emoção dos instintos carecem E assim permanecem na escuridão?