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7 poesias
Edson Marcelo Spode
No linguajar do meu povo De xucreza carregado Aflora o nosso passado, Forjado assim sem retovo,
Edson Marcelo Spode
Veio a galope aquele julho, Quase encordoando janeiro, Na mão do tempo caborteiro, Que sempre rebenta o sovéu,
Edson Marcelo Spode
Paixão....força rompante Trovão estouro, lampejo Tem por tempero o desejo Nos olhos só o que convém
Edson Marcelo Spode
Antigos tambores rufavam Por pulsos negros libertos Brindando os ritos incertos Gestas tribais de uma gente
Edson Marcelo Spode
Tem pouca gente que sabe E bom nem dar muita cancha, Mas quando a noite se arrancha E só as estrelas tropeiam,
Edson Marcelo Spode
Dom Hilário, firmou a mirada Pro lado que a chuva encilha Balseiro de oficio e cartilha Bombeando as barras do poente
Edson Marcelo Spode
Extraviando o chão sulino Em cada sentar de cascos E o costeio dos carrascos São a sua única guarida