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7 poesias
Xirú Antunes
A água azul da cacimba, subiu a estrada da sanga, Matando a sede da estância, Cantando um canto molhado,
Xirú Antunes
me alcançam tuas penas gaúcho, quando descubro silêncios pelo cansaço das horas, quando minhas cismas se alongam
Xirú Antunes
Pelos galpões da Querência vi homens rondando agostos com olhares de setembro, adivinhavam seus medos
Xirú Antunes
Eu não te vejo tapera, No meu olhar de interior Aceso em cada lembrança, Que moldou meu jeito manso,
Xirú Antunes
Querência é parte de mim Uma alusão ao que faço, Jeito de andar por aí Jeito de lá, não daqui
Xirú Antunes
Um resto de tarde mansa com soluços de invernera, Vem aos olhos do agosto a fumaça dos galpões Vem também destes seus olhos os corações da saudade
Xirú Antunes
Pelos galpões da querência vi homens rondando agostos com olhares de setembro, adivinhavam seus medos