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8 poesias
Luís César Soares
O minuano matreiro timbra os ares com assobios compassados... De carancho, adentra os ranchos nessas invernias xucras,
Luís César Soares
O ipê semeando flores ao vento… O tranco lerdo do cavalo… A carrocinha… O leiteiro… Minha mão junto a mão de meu pai,
Luís César Soares
“Meus pés inquietos Dançam a milonga do vento, Ventito morno, vaqueano de tormenta... Essa tropilha de nuvens cinzentas
Luís César Soares
Num findar de tarde mormacento... Por birra com o angico, o Jacarandá roceiro pulou o alambrado, e foi crescer na beira do barranco abaixo do olho d’água. Queria fazer sombra pra cacimba!
Luís César Soares
Viriato olhava pra terra preta Como a olhar pra si mesmo... A cova – moldura de espelho – Refletia o rabisco das entranhas,
Luís César Soares
Uma tropilha lubuna esbarrou no céu, Rugindo, fazendo estrondo e escarcéu; Manhosa, desaguou-se em pranto, Chorando, chorando por todo o campo...
Luís César Soares
O futuro a deus pertence E o passado é Tapejara Sabe por onde cruzamos É conhecedor dos atalhos e
Luís César Soares
...José Alves da Silveira... O tabelião timbrou e deu fé! Mas os irmãos e os amigos, unânimes, acharam por bem contestar.