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2 poesias
Matias da Silveira Moura e Luciano Salerno
Antiga é a figura a silenciar projetada na estância. Onde por conta, só um fogo e o mate lhe fazem costado. O semblante que traz é gasto pelas tropeadas do tempo, Com olhos calmos, bombeia pensamentos e passado.
Luciano Salerno e Matias da Silveira Moura
Como um fim de tarde diante do firmamento... Parece que se foram os dias de sol naquela estância. O mate não cantou o ronco em voz de acalanto, O tempo sacando o poncho e velando seu pranto