Carregando poesias…Acervo
2.721 poesias no acervo
Otávio Reichert
Foi... No início do outono, No último acampamento. Era um dia mormacento E a tarde quase morria.
Jurema Chaves
Estes meus cabelos pretos Eu sempre enfeito com flores É a tradição, meus senhores, Na campanha onde moro
Andréia Silva Santos
O gaúcho tem muitos costumes, De aprender, de fazer ou até mesmo de comer, por exemplo. O gaúcho come churrasco
Apparício Silva Rillo
"Cova de Touro" me chamam e o porquê não me interessa. Quem por frente me atravessa se plancha, roda ou tropeça
Getúlio Abreu Mossellin
Toda vez que se reúne, A gauchada campeira, Vão aquentando a chaleira, Pra tomar o mate amargo
Getúlio Abreu Mossellin
Entre as lidas do passado, Algumas vou relatar. E também homenagear Os benfeitores de outrora.
Cândido Brasil
Nasci crioulo nessa plaga campechana, que se esparrama pelas várzeas e coxilhas; Guasca terrunho com a alma aragana, raça pampeana da estirpe farroupilha.
Milton Sebastião Souza
Perseguindo a vibração Desta estrela imorredoura, Piazito da manjedoura, Peço a sua proteção.
Joseti Gomes
Hoje eu fui tomado por uma imensa vontade de livrar-me, na verdade, de tudo o que me atormenta...
Carlos Omar Villela Gomes
Meus sonhos, ideais, a minha força; Ungi com água benta minhas esporas Já cansadas de garrões e de puaços.
Henrique Fernandes
Em quatro pontos cardeais, onde o sul se enraíza na terra... ...o norte aponta pro céu, tal um braço que se estende
José Hilário Retamozzo
Pedro velho, maragato, residia num reduto de chimangos, que a lo bruto não respeitava ninguém. Topetudos, costas-largas,
Jayme Caetano Braun
Meio assim como uma queixa Que a lo largo foi deixada, De algum combate extraviada Na imensidão da planura,
Cyro Gavião
Pardo velho abarbarado, Que nunca levou carona; Costeleador de cordeona, Nas porfias imortais...
Iberê Machado
Cruzeiro alto já trocou de ponta A lua monta o céu da serrania Atiço as brasas, madrugada fria Saudade é tanta que já não tem conta
Getúlio Abreu Mossellin
No ano de 84, Foi fundada esta entidade. Com suor, força e vontade. Pegaram junto à peonada
Osiris Rodríguez Castillos
I Pa’l tiempo en que aún se solía, poblé marcando orejanos
Jayme Caetano Braun
A cuia de chimarrão, sempre em constante rodeio, a mim me parece o seio, da china que a gente adora,
Apparício Silva Rillo
Cuia morena queimada confeccionada a lo bruto, rude cálice matuto de amarguentas comunhões;
Antenor Miguel Monteiro
QUE SAISTE DE UM PORONGO; PASSAS DE MÃO EM MÃO; TRAZENDO DENTRO DE SI O GOSTOSO CHIMARRÃO.
Cyro Gavião
Porongo da tradição, Que floresceu no monturo! Pelo baraço seguro, Foste crescendo a preceito,
João Batista de Oliveira Gomes
Cusco amigo era um cachorro Que criei desde novinho Era feio e arrepiadinho Quando pra casa eu levei,
Jayme Caetano Braun
Entre os amigos que tenho, Irmãos da lida campeira, Há um cusco baio cólera Que vai junto, quando saio.
Apparício Silva Rillo
Este cusco brasino, cara branca, pequenote e rabão, que o parceiro está vendo enrodilhado aí perto do fogão,