Carregando poesias…Acervo
2.721 poesias no acervo
Carlos Eugênio Costa da Silva
CTG Coronel Thomaz Luiz Osório - Pelotas Foi nas tropilhas de osso que compuz meu regimento, e o sentinela atento
Carlos Omar Villela Gomes
Suspira a folha amarela De um caderno envelhecido, Como buscando respostas Que ninguém mais encontrou;
Joseti Gomes
Porteira aberta pra trás... Saltaram vultos dos cantos das paredes da morada. Eram mudas as conversas.
Guilherme Collares
Como um rancho abandonado, desprovido da energia vital que o ampara e acalenta, e que se debruça sobre si
Matheus Costa
Do sereno no alambrado, até os olhos dos campeiros... Há uma lágrima insistente que compõe seu pranto antigo. Há um silêncio incompreendido, das esperas e lonjuras...
Jayme Caetano Braun
...vou tentiando o chimarrão da madrugada clareando, enquanto escuto, estralando, o Velho brasedo vivo,
Apparício Silva Rillo
Abro o peito, mas no entanto não sei se o canto garanto como meu tema requer. É preciso
Apparício Silva Rillo
Tenho uma ponta de gados - touro, bois, vacas, terneiros. Uma tropilha de baios — um dos baios, estreleiro.
Francisco Carlos Fighera
Quando São Pedro chamar, No que eu fechar os olhos, Tirem todos meus órgãos, Antes do corpo esfriar,
Loresoni Barbosa
Pela fresta da janela onde te via passar, transpassa hoje a saudade que sempre acha teu rosto,
Jurema Chaves
Que magia é essa que teu beijo exala Que feitiço existe nesse sorrir Que doce ternura o meu sonho embala Anjo meu não deixe tanto amor partir
José Luiz Flores Moró
Dei luz à bruxa de pano Nos partos da brincadeira E beijei cabelos de linha Para mimar meu rebento!
João Antônio Marin Hoffmann
A vida (este parêntesis) entre nascimento e morte, É um intervalo de tempo com todo tipo de sorte... Pr'alguns cancha reta muito curta, vivida de forma agreste, Mas não foi pra o João da Nica, que viveu na plenitude
Fabrício Marques
Venho copliando um retorno No lombo de um mouro paiceiro E junto ao costado de tiro Um mourito de primeiro toso
Jayme Caetano Braun
Um o Rio Grande indomado De melenas pelos ombros Que tirou curso nos lombos Dos baguais- no descampado.
Gonçalves Chaves Calixto
Ali naquela coxilha, Perto daquele capão, Tem uma cruz de facão Simbolizando esta história.
João Carlos da Fontoura
Fiz maneador de anqueira, rédeas fortes e buçais, pra amanunciar um bagual nos cuxilhões do meu pago.
João Antônio Marin Hoffmann
Qual palavra proferida, que não retorna pra fonte, Feito seta disparada, busquei um novo horizonte... Não nasci pra ter arreios, muito menos pra ter baia, Ninguém pra quebrar meu “queixo”, nem sequer moldar meu lombo,
Colmar Pereira Duarte
Nós não mudamos o tempo; com o tempo nós mudamos. Hoje nas canchas de tava
Jayme Caetano Braun
Um Dom Quixote, Um Martin Fierro, Um mito, O tapejara dos caminhos grandes,
Danilo Kuhn
Sua alma içou velas em busca de um novo cais. Tantos sonhos, tantos ais, guiados pelas estrelas...
Danilo Kuhn
Acima do céu da pampa existe um pago bendito, sesmaria do infinito onde o horizonte se acampa.
Suelen Mombaque Schneider
A casa emudeceu-se... A sinfonia do chiar da chaleira Calou o mate que não mais roncara.
Luís César Soares
O ipê semeando flores ao vento… O tranco lerdo do cavalo… A carrocinha… O leiteiro… Minha mão junto a mão de meu pai,