A Faca
Moisés Silveira de Menezes
A faca, lâmina, cabo ferro e pau-ferro fundidos a faca parte, reparte corta, perfura, ponteia
50 poesias
Moisés Silveira de Menezes
A faca, lâmina, cabo ferro e pau-ferro fundidos a faca parte, reparte corta, perfura, ponteia
Moisés Silveira de Menezes
A faca, lâmina, cabo ferro e pau-ferro fundidos a faca parte, reparte corta, perfura, ponteia
Moisés Silveira de Menezes
Se é pra falar de araganos cavalos e homens gaúchos Pedro era o nome, recordo pedra Pedro, inquebrantável
Moisés Silveira de Menezes
Uma tordilha ligeira Dos contos de Andaluzia Levita por sobre pastos Num galopito estirado.
Moisés Silveira de Menezes
I Humanidade, humanismo Expressões profundas, fortes
VIII Tertúlia Maçônica da Poesia CrioulaMoisés Silveira de Menezes
Com seu cortejo de sombras a noite surpreende a tarde, o aroma das primaveras maçanilhas e alfazemas
Moisés Silveira de Menezes
A face nua primeira da pampa longe do gado, distante de seus cavalos antes das lanças e espadas.
Moisés Silveira de Menezes
Minha terra sem palmeiras muitos palmos, muitos palmos de terras enconflitadas sabiás sabicantantes
Moisés Silveira de Menezes
Meu Irmão de Rimas livres permisso pede o cantor para opinando saudar terra dos ancestrais
Moisés Silveira de Menezes
Quando vim de lá, trouxe quase tudo, tudo que cabia na velha mala sebruna e nos anseios de horizontes largos. Ficou um potro cabos negros
Moisés Silveira de Menezes
A voz do vento traz sons que calam fundo na alma na noite primaveril prenhe de angústias e medo
Moisés Silveira de Menezes
Sete centelhas sonoras, medida velha de lei, forjou respeitada grei na florescência de outrora,
VII Esteio da Poesia GaúchaMoisés Silveira de Menezes
Confrades de rimas rudes, Tupã foi berço divino pra quem aprendeu a cantar com claves de vento e rio
Moisés Silveira de Menezes
Sem recordar os seus olhos Dois luzeiros cintilantes, Mirando um ponto qualquer, Lembro a vã tentativa,
Moisés Silveira de Menezes
Do alto de si mesmo, senhor de si... o cerro guarda a lagoa que se espraia vagarosamente... entrelaçada ao vento
Moisés Silveira de Menezes
Não, não me pintem por favor, pilchado, bem montado em flor de flete; pelas bailantas, fandangueando alpedo, arrastando a asa pra morochas lindas.
Moisés Silveira de Menezes
I Kaingang no campo aberto, Xokleng nas araucárias. Ao olvido das plegárias,
Moisés Silveira de Menezes
A INVERNIA EXTEMPORÂNEA PLASMOU A NOITE DE OUTUBRO DE UM NEGROR SOMBRIU, GELADO, QUE FAZ LEMBRAR OS AGOSTOS DE ACINZENTADAS LEMBRANÇAS QUE BAILARINAM NA MENTE DE QUEM,
Moisés Silveira de Menezes
João Maria, filho meu É tempo de boa nova toma o cajado e a estrada que a hora já é chegada,
Moisés Silveira de Menezes
I Entonado num Tordilho Da cruza moura-andaluz Nena Franco vem ao tranco
II Florada de Versos (Virtual) - Blumenau - SCMoisés Silveira de Menezes
I Vem de longe, genuíno! Um tostado frente aberta, olhar de águia em alerta.
Moisés Silveira de Menezes
Rosário de nove contas, Nove pérolas-colar, Nove naus a navegar, Desde o mar de Portugal.
Moisés Silveira de Menezes
Um manto de sete séculos um clamor que não se cala sonhos, visões de justiça nos porões da tirania.
Moisés Silveira de Menezes
Mal despertara a manhã, - Ao tranco do colorado -. Guitarra atada nos tentos, O mestre agarrou a estrada