Carregando poesias…Acervo
252 poesias
Fernando Saldanha
Vem vem vem Vento vem... Vem vem vem Vento vem... Vês...
Moisés Silveira de Menezes
Quando o sol se esparge em raios Sobre a coxilha e plainos Vozes antigas renascem Pelas encostas dos cerros
Sebastião Teixeira Corrêa
Olhei o tempo, pelo vidro embaçado das retinas, onde uma nuvem mansa de neblina, aquerenciou-se, sem pressa de ir embora...
Roberto Mara
Eu amo o Pampa Gaúcho: largo, heróico, sem bucal, irmão da pampa oriental e dos verdes transplatinos.
Moisés Silveira de Menezes
Quando o sol da meia tarde clareou os sulcos do rosto do andante que chegava, jeito simples, tranco firme,
Vaine Darde
Procurando minha história Andei rastreando memórias Por onde a história passou E, dentro de um baú,
Mário Amaral
Há um ar de ternura nesta noite litorânea! As estrelas pousaram no espelho deste pedaço de céu. A água clara com semblante de
Matheus Costa
Na volta da encruzilhada vão quatro sombras adiante. Pastando a lua minguante num espelho de banhado.
José Luiz Flores Moró
Nas guaritas bambas das porteiras fui sentinela em tardes de guri da teatina vida das estradas... Olhos distantes, de lonjura a fora,
Danilo Kuhn
Palavras de luz e céu despontam no horizonte da aurora dos olhos teus... Sou menos noite que antes;
Jurema Chaves
Pelas várzeas do meu peito, onde deixaste semeada, uma seara de amores, hoje as lembranças florescem,
Moisés Silveira de Menezes
Não busquem pelo poeta na teia crua do verso. Fantasmeiros figurantes ressuscitam gastas lendas,
Sebastião Teixeira Corrêa
As rimas xucras dos versos, se retesam na garganta Quando canta um pajador; E o poema toma forma, quando
Matheus Costa
Porteira chora pra o vento, assim como a sanga clara conduz seu lerdo lamento aos pedregulhos ribeiros…
Jorge Luiz da Rosa Chaves
Nos sinuêlos risos das luzes do outubro, Quero ser ponteiro a tosar clinudos Com flecos de aurora... Aparar cascos pelas sombras tenras
Sebastião Teixeira Corrêa
Das gargantas eloqüentes, como o nascer de um teorema, Vai emergindo o poema que o poeta rabiscou, E as mãos... ( a vida no estro...), à modelar, qual maestro, O concerto que brotou...
Cristiano Ferreira Pereira e Cláudio Silveira
“...Quando um poeta embuçala... Tropilhas de nostalgia, Quem declama ajeita as garras Para domar elegias...
Sebastião Teixeira Corrêa
Nasci no campo, como nascem tantos outros, Ouvindo os potros em relinchos, de retoço, Os sons da vida nas vozes da natureza E a correnteza do arroio, antes do poço
Guilherme Collares
A correnteza é a lágrima que choram, as pedras mouras do porto das lavadeiras...
Jorge Claudemir Soares
Uma grota, uma sanga, e um rancho a beira-chão, Assim era o meu rincão na costa do Caiboaté.
Luís Lopes de Souza
"Me gusta" de um verso livre... Velhas primícias prosaicas desprovidas de resumo. ... munícios para o consumo
José Luiz Flores Moró
Antes... Bem antes da luz da madrugada, Nessa hora tranqüila em que a peonada Busca sonos no campo das lonjuras,
Joseti Gomes
O corpo todo se entrega quando a alma entende o verso... ..........................................................
Luís César Soares
Num findar de tarde mormacento... Por birra com o angico, o Jacarandá roceiro pulou o alambrado, e foi crescer na beira do barranco abaixo do olho d’água. Queria fazer sombra pra cacimba!
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