Alma em Verso
Acervo

Poesias

2.721 poesias no acervo

  • Romance da Minha Lida

    Sérgio Seretto

    Cavalo sogueiro no aguarde busquei no ceu nazarena clareava o rancho pra vida no chão crispava a chilena

  • Romance da Mulatinha

    Apparício Silva Rillo

    Ali nascera e vivera na velha Estância da Cruz. Filha de quem? não sabia...

  • Romance da Quero-Mana

    Maximiliano Alves de Moraes

    Prestativo igual a ele Não havia outro! Sempre pronto pra quarteadas: Rodeio, alambre, tropedas,

    17º Bivaque da Poesia Gaúcha
  • Romance da Rosa Plena

    Apparício Silva Rillo

    A Rosa que foi de muitos agora é Rosa de um só. China de casa montada na ruazinha arredada

  • Romance das Nove Estrelas

    Carlos Omar Villela Gomes

    São nove estrelas que eu vejo deste meu apartamento... Nove estrelas que se mostram nas funduras do que penso; São estrelas de saudade, de alma e de sentimento, Me trazendo um céu de sonhos, bem maior que o próprio tempo.

    VII Esteio da Poesia Gaúcha
  • Romance de Campo e Mar

    Moisés Silveira de Menezes

    Quem embarca em barco alheio embarca anseios e medos abarca sonhos nos braços que lançam redes no mar

    4ª Sesmaria da Poesia Gaúcha
  • Romance de Dona Constança

    Apparício Silva Rillo

    Porque toda a gente chora quando devia sorrir? Só Dona Constança sabe que era hora de dormir.

  • Romance de Dona Moça

    Apparício Silva Rillo

    Quando meu rio Uruguai, que é meu e de todo mundo, dava curso e dava fundo a buques de vigilância

  • Romance de Dona Moça

    Sebastião Teixeira Corrêa

    Dona moça foi-se embora, do campo para a cidade, Dona moça agora chora o preço da vaidade, Quis ter vida de princesa, ser moderna, andar na moda, Quis conhecer a nobreza, circular na alta roda.

  • Romance de Emiliano

    Marco Antônio Dutra

    Quando o sol se alça de golpe para o crepitar da manhã, abre as janelas da vida buscando sonhos eternos

  • Romance de Estrada e Tempo

    Colmar Pereira Duarte

    Como rugas na testa da coxilha, vão-se estendendo as huellas paralelas. Ocultando, entre cardos e flexilha, o que a vida escreveu

  • Romance de Estrada Longa

    Eron Vaz Mattos

    Nem sei se lembro direito, o jeito que era meu pago! A distância planta ausências pelas estradas compridas,

  • Romance de João Guará

    Apparício Silva Rillo

    (À sua memória) Sempre que paro rodeio no meu baú de memórias, de lá reponto a história

  • Romance de José do Canto

    Paulo Edson Paim

    Repontava mil silêncios... Dia a dia, mate a mate, Pois desejava matar A cada gole de amargo,

  • Romance de Lua Grande

    Paulo Ricardo Costa

    A noite traz seus encantos... Vestida em ponchos de luz, E a um par de olhos, seduz... Tisnado a prata de um manto...

    18ª Sesmaria da Poesia Gaúcha
  • Romance de Pampa e Sol

    Danilo Kuhn

    Despacito, o sol desnudava à pampa com carícias mansas e luzidias que pouco a pouco se tornavam amplas, lhe trazendo matizes de alegria,

    I Sinos do Verso Gaúcho
  • Romance de Peão (Tobiano Capincho)

    Aureliano de Figueiredo Pinto

    Esse tobiano de Estância foi o bicho mais maleva que o diabo inventou pra um peão! “Zóio” de chancho, cabano,

  • Romance de Pena Larga

    Apparício Silva Rillo

    A uns diz que foi o noivo, a outros, que o primo foi. Mas fosse o primo ou o noivo, fosse o destino ou a vida

  • Romance de Primavera

    Paulo Ricardo Costa

    A primavera chegou... Chegou florindo a copa dos Ipês solitários... Tapeteando a grama verde da coxilha adormecida, Que se arrasta sob ponchos de Maria-mole, em flor;

  • Romance de Quem Chega para Ficar

    Sebastião Teixeira Corrêa

    Chegaste um dia no rancho, principiava a primavera E o meu coração tapera ganhou vida nesse instante, Foi teu sorriso o bastante pra encher de luz a morada E encontrar na madrugada a boieira mais radiante

    I Concurso de Poesias Gauchescas – 31º Rodeio de Vacaria
  • Romance de Quem Moldou a Querência

    Sebastião Teixeira Corrêa

    A linha tênue que aparta A razão de homem campeiro Das raias do desvario Não suportou a injustiça

    I Concurso de Poesias Gauchescas – 31º Rodeio de Vacaria
  • Romance de um Despeonado

    Sebastião Teixeira Corrêa

    Ao despeonar-se, Juvêncio, juntou as tralhas que tinha, Poucas relíquias guardadas numa vida de ilusão: Aperos de montaria, facas de aço, forjadas, Cordas campeiras, trançadas, pra lidar com redomão

    22ª Sesmaria da Poesia Gaúcha
  • Romance de um Fim de Tarde

    Sebastião Teixeira Corrêa

    I Ela chegou, foi num final de tarde, Sem muito alarde, foi entrando e, aos poucos, Como uma chama branda, mas, que arde,