Alma em Verso
Acervo

Poesias

2.721 poesias no acervo

  • Carta Aberta ao Guri que Fui

    Moisés Silveira de Menezes

    Quando vim de lá, trouxe quase tudo, tudo que cabia na velha mala sebruna e nos anseios de horizontes largos. Ficou um potro cabos negros

    2ª Sesmaria da Poesia Gaúcha
  • Carta ao Amigo Rio Grande

    João Antônio Marin Hoffmann

    Meu velho amigo Rio Grande, Na voz dos bichos, da chuva, a noite pranta lamentos, Pois é tempo d’invernia destoutro lado da terra. . . Também eu, choro o momento ao te contar tal enredo,

  • Carta ao Filho Ausente

    Renato Freitas Júnior

    Piá... guri... nem sei mais como te chamo! Te escrevo porque tua mãe insistiu... Disse que se o filho sai de casa, quando enfim abre as asas,

  • Carta ao Imigrante

    Estanislau Robalo

    Vamos todos cantar numa só voz Para saudar este povo varonil, Salve o imigrante nobre e ordeiro Colonizador do meu Brasil.

  • Carta para Quem Ama

    Cauê Bampi

    (Enviada pelo autor) Agora sim... eu sei o que me habita, Além da dor de uma saudade...

  • Carta Resposta ao Poeta

    Albeni Carmo de Oliveira

    A natureza enviou, Ao poeta DIMAS COSTA, Uma carta como resposta E eu é que recebi;

  • Casa da Bicharada

    Angela Maria da Silva

    Na casa onde eu cresci Pros lados de Tapera, Haviam muitos animais: Faisão, galinha d'Angola, peru,

  • Casa Grande

    Paulo Edson Paim

    O corredor... com um quadro de São Jorge na parede, muitas portas e aposentos, e uma cozinha aconchegante.

  • Casereando

    Jéferson Rogério Valente de Barros

    O despontar da estrela d’Alva Desfaz o tom de acalanto Do guitarrear milongueiro Da madrugada gelada.

    15ª Sesmaria da Poesia Gaúcha
  • Casmurro

    Luís Lopes de Souza

    Hoje a inquietude me perturba numa ressaca de incertezas e medo... - São meus ranços de casmurro certamente!

    10º Bivaque da Poesia Gaúcha
  • Casta

    Xirú Antunes

    me alcançam tuas penas gaúcho, quando descubro silêncios pelo cansaço das horas, quando minhas cismas se alongam

  • Castelo de Recuerdos

    Jurema Chaves

    A noite constrói castelos Com paredes sonolentas Num tramado de recuerdos Rebocos de fantasias

    IV Tertúlia da Poesia - Santa Maria
  • Catedral da Tradição

    Derly Silva

    Monto o pingo inspiração Esporeio a meu critério Pra dizer-te Tio Lautério Que és palanque do passado

  • Caudilho

    Telmo de Lima Freitas

    Num "ô de casa" sem jeito, Chegava um velho caudilho, Já de cavalo aplastado, Pedindo para pousar,

  • Caudilhos

    Rodrigo Canani Medeiros

    Roncava o primeiro mate na Fazenda do Retiro, o Coronel Juca Trindade razonava c'oa boieira

    15º Bivaque da Poesia Gaúcha
  • Causo de Caipira

    Ailson João de Giacometti

    Meus filhos sentem aqui Por favor queiram escutar Uma história interessante Pra vocês eu vou contar.

    5º Celeiro da Poesia – Campos Novos – SC
  • Cavaleiros dos Ausentes

    Rodrigo Canani Medeiros

    Relampeou o ás de espadas bem na boca do baralho e a canastra se fez limpa como a alma dos gaúchos

  • Cavalgada do Mar 1998

    Getúlio Abreu Mossellin

    Foi no mês de fevereiro do ano de 98 Se a memória não me falta, Na praia da Duna Alta. Que começou a cavalgada

  • Cavalgada do Mar 1999

    Getúlio Abreu Mossellin

    A cavalgada começa Bem antes de fevereiro Começam a juntar dinheiro Fazem rifas e leilões

  • Cavalo Picaço

    Lauro Rodrigues

    Foi bem ali, nas Figueiras que sombranceiam as coxilhas, sentindo das mancenilhas o cheiro bom do rincão,

  • Celeiro

    Adão Quevedo e Jadir Oliveira

    Semeei sonhos e quimeras pelas terras onde andei... Das sementes que plantei colhi trigo, fiz o pão, arei bem, meu coração... Guardei meus versos singelos e o que restou de mais belo no celeiro da ilusão... Foram safras de emoções, de guitarra e poesia, pra encher a vida vazia e espantar a solidão.

    5º Celeiro da Poesia – Campos Novos – SC
  • Cemitério de Campanha

    Jayme Caetano Braun

    Cemitério de campanha, Rebanho negro de cruzes, Onde à noite estranhas luzes Fogoneiam tristemente;

  • Centauro

    Paulo de Freitas Mendonça

    Quem morre com seu cavalo Numa cruzada de cargas Das cavalarias brutas, Nass arrancadas de guerra

  • Cerne Nativo

    Paulo Sérgio Boita

    Vivi meio a lo léo Teatino dos quatro ventos Levando a vida nos tentos Por quincha tinha o chapéu