Aguaceiro
Marcelo d’Ávila
0 vento assobia, em acordes de valsa, Canções tão antigas que o tempo nem lembra – Abraça as macegas, sacode e embala, Na volta dos ranchos, com rumo à fazenda.
IV Esteio da Poesia Gaúcha2.723 poesias no acervo
Marcelo d’Ávila
0 vento assobia, em acordes de valsa, Canções tão antigas que o tempo nem lembra – Abraça as macegas, sacode e embala, Na volta dos ranchos, com rumo à fazenda.
IV Esteio da Poesia GaúchaRuben Alves Vieira
Ah! Como eu queria Ver os campos cobertos de flores. Os poetas falassem de amores. Só de amores.
Tadeu Martins
Do meu repertório Não passa de um Assobiozinho vaneirado
Juan Carlos Pirali
Tierra Virgen, pampa abierta, henchida de libertades, con viejas reminiscencias de malones y barbarie;
Getúlio Abreu Mossellin
Quando vejo um alambrado Feito à pá e socador Me lembro do alambrador O índio do braço forte
Getúlio Abreu Mossellin
Casa de caco de pedras, Mais tarde virou galpão. Santuário do chimarrão Uma antiga leiteria,
Luciano Salerno
“Gerações vêm e gerações vão, mas a terra permanece para sempre. O sol se levanta e o sol se põe, e depressa volta ao lugar de onde se levanta. O vento sopra para o sul e vira para o norte; Dá voltas e mais voltas, seguindo sempre o seu curso.”*
VII Esteio da Poesia GaúchaLuiz Menezes
Os cerros do Jarau São pirâmides pampeanas Que algum FARÓ divino Aqui no pago plantou.
Getúlio Abreu Mossellin
Alegrete minha terra... Minha querência, meu pago. Alegrete eu te trago, Guardado no coração.
Lauro Antônio Corrêa Simões
Aquele!... Domou por anos a fio, até branquear a melena, perder a força no muque mas, conservando o tutano. Peonou, ainda no tempo que estância abaixo de légua
Moisés Silveira de Menezes
I Humanidade, humanismo Expressões profundas, fortes
VIII Tertúlia Maçônica da Poesia CrioulaLuiz Menezes
E todos disseram que além do horizonte há um mundo tranqüilo que todos esperam
Paulo Edson Paim
O pensamento criou asas... e sobre as imensas casas... fez o ponto de partida.
Albeni Carmo de Oliveira
Se a vida é uma passagem Por este planeta Terra, Porque uns só querem a guerra Cobiça, ódio e riqueza
João Alves Garcia
Quando São José do Ouro À Lagoa, pertencia, Um índio por lá vivia Sua velhice intretendo
Sebastião Teixeira Corrêa
Há um campo largo, muito largo, imenso Sob o horizonte de minha’lma Que muitas vezes, quando paro e penso Eu me convenço, que infinito.
Carlos Omar Villela Gomes
A eternidade é lagoa Por onde o tempo navega... O tempo, que abençoa Gerações e gerações.
Vasco Velleda
Campeiro ! Eu já morri muitas vezes Pra renascer sobre os lombos. Venho compondo meus tombos,
Lauro Antônio Corrêa Simões
Fui me enfurnando... Como fazem os olhares nas distâncias longas! Como fazem as almas guitarreiras, junto as brasas, Depois que as porteiras tombam e as milongas
Jurema Chaves
Do livro Alma de Campo e Céu Minha alma voa silente Pelas campinas do pago
Sérgio Carvalho Pereira
Da gadaria faz silhueta a madrugada Nas quatro quadras da invernada do branquilho Rodeio grande, saltou cedo a peonada Trazendo a lua na cabeça do lombilho.
Danilo Kuhn
Debaixo de seu chapéu caminhava o poeta, tinha alma de papel e mil versos na gaveta.
Antônio Augusto Ferreira
Madrugada mais lobuna, mateio desprevenido. Tenho andado mal dormido com paixões demais pra um.
Antônio Augusto Ferreira
Este poço não tem fundo, água sim, e muita. Água salobra, água fria,