Alma em Verso
Acervo

Poesias

2.622 poesias no acervo

  • Usted Siempre Serás Mi Sol Al Revés

    Elton Saldanha

    NA JANELA DO RECUERDO UMA MUTUCA REVOA, UMA CANTIGA CAÇOA QUANDO BRINCA O SOL NA FLOR, E NO ENTANTO ESSA DOR, QUE NÃO VÊ O TEMPO PASSAR, ARRASTA MANDURUVÁ NA MINHA HISTÓRIA DE AMOR.

  • Utopia

    Ari Pinheiro

    Nicássio, nome de batismo -Resquicios de sezalas de quatro gerações atrás...

  • Vaca Parada

    Alana Perineto Biasi

    Sempre quis laçar em rodeio Igual meu avô, meus irmãos Mas eu, uma menininha tão pequena Não conseguia nem armar o laço.

  • Vaqueando

    Marco Póllo Giordani

    Sem rumo e sossego vagueava na vida Buscando com ânsia o subconsciente; A si perguntava que estrada comprida... Que estranho desejo no corpo da gente!

  • Vaqueano

    Luiz Menezes

    Sou um vaqueano sem rumo Pra quem a estrada não conta... De tanto cruzar atalhos

  • Vaqueanos de Tropa e Tempo

    Gilberto Trindade

    Firmo o olhar no poente por sobre o touso do mouro vejo o sol tingir de ouro os remansos do Ibicuí,

  • Velha Cordeona

    Gonçalves Chaves Calixto

    Minha velha gaita ponto, Quando te escuto tocando, Eu fico te comparando Com a história da nossa terra,

  • Velha Cordeona

    Derly Silva

    A cordeona vai se abrindo Nas munhecas do gaiteiro E eu abrindo meu peito Que nem galo no terreiro

  • Velha estancia Moderna

    Luís Lopes de Souza

    Um clarão... arregaçou as pupilas de quem fazia retorno, rasteando o vestígio amargo

  • Velha Faca

    Apparício Silva Rillo

    Um palmo e pico de aço, rude e glorioso pedaço da espada de um general. Cabo de prata estrangeira

  • Velha Taita

    Luiz Menezes

    (Em memória de meu pai) Velho Taita de outras eras Te vendo sob a ramada

  • Velha Terra

    Ana Lívia Krewer Mielke

    Mil setecentos e setenta e sete, Uma casa pequena em um território sem fronteiras, Lisonjeiras manhãs e noites, guiadas pelos astros, Não só o sol e a lua, mas o vento deixava rastros…

  • Velhas Crianças

    Adão Quevedo

    Há um rangido enferrujado na dobradiça da porta e uma lembrança, quase morta, vem de longe, num costado.

    16º Bivaque da Poesia Gaúcha
  • VELHAS TAPERAS

    Joseti Gomes

    Abro a porteira dos olhos prum sonho bom que vivi... Guardado em meio ao silêncio

  • velho amigo

    Cleber Luz

    Final de dia... Vento teimoso... recorro a coxilha entre potreiro e corredor para encontrar meu velho amigo... e o meu eu interior.

  • Velho Batalhão de Guerra

    Albeni Carmo de Oliveira

    Quem passar na DEZESSETE E ver um Quartel remodelado, Saiba que ali está plantado O PRIMEIRO BATALHÃO.

  • Velho Candeeiro

    Luiz Menezes

    Apaga a luz velho candeeiro, apaga! Faz com que o rancho torne à escuridão; Pré que meu poncho e minha velha adaga Não sintam fraquejar meu coração...

  • Velho Duda

    Ibani Jorge Bicca

    Ele nasceu nuns “fundão” Lá no passo da Taquara. E numa convivência rara cresceu cheirando a galpão...

  • Velho Pala

    Cyro Gavião

    Entre as relíquias do pago, Abrindo uma antiga mala, Encontro meu velho pala, Que trago desde chiru...

  • Velho Poncho

    Glaucus Saraiva

    Pano de lei, velho abrigo! Tu foste meu berço amigo No momento em que nasci. Desde então sempre vivi

  • Velho Poncho

    Luiz Menezes

    Velho poncho cobertor de rancho pobre Companheiro de incontáveis invernias, Minha carpa caminhante, me seguias Aquecendo a minh’alma de andarilho.

  • Velho Tata

    Paulo Sérgio Boita

    Golpeio mais um amargo Bugra seiva de lembranças Rememoro tuas andanças As peleias, teu encargo

  • Velho Tata

    Marco Aurélio Campos

    JEITO... SOMENTE JEITO E ALMA DE CAMPEIRO. RETOS TRAÇOS SENSUAVES, QUE SÃO COMO VALQUEJOS DE ENCHÓ NA CARA.

  • Velho Tio

    Albeni Carmo de Oliveira

    Teus olhos meu velho tio, São como janelas para o mundo, Onde me paro num segundo Ao olhar a humanidade.