Saudade
Jurema Chaves
Poema enviado por Kamila Souza Laurindo Prenda Juvenil CTG Os Praianos -7° RT – MTG SC – São José)
138 poesias
Jurema Chaves
Poema enviado por Kamila Souza Laurindo Prenda Juvenil CTG Os Praianos -7° RT – MTG SC – São José)
Jurema Chaves
Sou gaúcha meus senhores nasci nos pagos do sul tendo este céu azul para me encher de encantos
Jurema Chaves
Saudoso Gildo de Freitas, Lá do céu ouve meu canto, Lavaste nesgas de encanto Quando te foste, daqui,
Jurema Chaves
Senhor, venho pedir-te, Pelo Rio Grande do Sul, Que meu lindo céu azul Nunca perca o esplendor.
Jurema Chaves
Numa manhã de setembro Um par de olhos tristonhos Emoldurou-se à janela Parecendo um quadro antigo.
10º Bivaque da Poesia GaúchaJurema Chaves
Vejo uma pobre senhora vagando a beira da estrada no asfalto ou na calada mostrando a desproteção.
Jurema Chaves
Ser poeta é poder viajar na imaginação. vestida de ilusão. Vibrar a cada momento
Jurema Chaves
Homem simples, da campanha, É pra ti meu vercejar, Neste singelo cantar Que aprendi desde cedo
Jurema Chaves
Eu reponto meus baguais de sonhos Pela estrada, rumo ao desconhecido, Neste tempo que não para, E seus rastros deixam marcas empoeiradas,
Jurema Chaves
Já sei o que farei desses momentos Como guardarei o teu sorriso E do meu sonho em flor, despetalado Juntarei cada pétala, uma a uma
Jurema Chaves
Regressastes enfim, e agradeço a Deus Pelos sonhos meus, pela esperança. Que venceu o tempo e engoliu distancias. A esperar por ti, varei invernos,
Jurema Chaves
A pampa calma dormia E eu , que admirava, A leve brisa soprava, Brincando com vagalumes,
Jurema Chaves
Guardo na moldura dos meus olhos A imagem de um tropeiro Velho peão carreteiro Que tantos rastros deixou...
16ª Sesmaria da Poesia GaúchaJurema Chaves
Amadrinhando a saudade Vai a lembrança mais linda Que guardo dentro de mim Como esporas afiadas
Jurema Chaves e Negro Jaru
E o sentimento que escreve, palavras tortas no más... Palavras bem lá de trás, um tempo de cosas buenas De madrugadas serenas em que as cambonas chiavam E os galos inda acordavam,melodias pelas casas,
17º Bivaque da Poesia GaúchaJurema Chaves
Nasci no ventre da terra, Da minha pátria sulina, Tomei água cristalina Da murmurante cascata,
Jurema Chaves
A minha alma soluça Vendo as matas devastadas E as águas puras espelhadas, Ficando turvas e escassas
Jurema Chaves
Ruminando meus silêncios Abro a porteira do peito E me vou cancela a dentro Quando a saudade vem me fazer confidências