Chapéus de Palha
Pedro Júnior da Fontoura
E chegaram de além-mar trazendo esperanças na mala e um novo brilho no olhar.
13 poesias
Pedro Júnior da Fontoura
E chegaram de além-mar trazendo esperanças na mala e um novo brilho no olhar.
Pedro Júnior da Fontoura
A morte pinta de negro Este encontro com a dor. Uma lágrima, um soluço, Na muda ausência do amor.
Pedro Júnior da Fontoura
Meus olhos se perdem lentos Mirando essa estrada longa Que guarda mistérios e sonhos Na poeira do próprio tempo!
Pedro Júnior da Fontoura
Fui na garupa do vento busquei tempo pra sonhar cantei versos ao relento colhi flores pra te dar
Pedro Júnior da Fontoura
a estação ficou só Digo melhor: Quase só. Remoendo suas lembranças No seu baú de memórias.
Pedro Júnior da Fontoura
No universo infinito Da roda de chimarrão, Existem momentos, Do tamanho do horizonte,
Pedro Júnior da Fontoura
Meus olhos criam imagens e bem dentro, cá no peito um coração em disparada me lembra potros no mais.
Pedro Júnior da Fontoura
gritaram minha causa mortis... Se duvidar, até brindaram, mas sempre assim, pelas costas.
Pedro Júnior da Fontoura
Apesar de horizontes largos E na garupa muitas luas O silêncio dos teus olhos Me dizem verdades cruas...
Pedro Júnior da Fontoura
De lenção bem colorado Garrei as crinas do vento Cravei esporas no tempo E galopei pro futuro
Pedro Júnior da Fontoura e Luis Gustavo Giovanella
Lembra do gato no poste? Sete vidas ameaçadas... Antes do tombo fatal, o bombeiro subiu na escada.
Pedro Júnior da Fontoura
Na Tapera do Mariano de lendas tantas e mistérios, há flores recém colhidas enfeitando o cemitério.
Pedro Júnior da Fontoura
Abençoadas sejam as mãos Que dividem os seus dons, Repartem notas e tons Na arte de guitarrear.