7. João Lonjura - Matheus Costa
Matheus Costa
Nos olhos, poeira e distância... Na alma, restos de adeus!... Desta forma, João Lonjura
I Estância da Poesia Crioula - Virtual17 poesias
Matheus Costa
Nos olhos, poeira e distância... Na alma, restos de adeus!... Desta forma, João Lonjura
I Estância da Poesia Crioula - VirtualMatheus Costa
A infância alcança no estrivo, logo que acordam os galos... ... enquanto um braseiro vivo acorda o dia, em estralos. Clareia escuros profundos que a madrugada guardava com a “pontezuela” do mundo, que é o brilho da estrela D'alva!
Poemas Para a Infância - 10º Celeiro da PoesiaMatheus Costa
São as horas dos caminhos para os passos cruzadores... Para o tempo dos sozinhos vaqueanos desses rigores...
VIII Esteio da Poesia GaúchaMatheus Costa
Do sereno no alambrado, até os olhos dos campeiros... Há uma lágrima insistente que compõe seu pranto antigo. Há um silêncio incompreendido, das esperas e lonjuras...
II Festival Unidos pela Tradição (Virtual) - TapejaraMatheus Costa
Depois que o tino das mãos destina rédeas às casas, e o sol que veste o rincão vai morrendo em mornas brasas,
19º Bivaque da Poesia GaúchaMatheus Costa
Este par de asas miúdas - gigante pra quem as sente - com destino diferente rompe lonjuras do tempo.
V Esteio da Poesia GaúchaMatheus Costa
Estranha o sestro e a cisma que perdeu, sentindo a idade; E, talvez, tenha saudade dos retovos, d'um tirão.
Matheus Costa
O espírito incessante que há na alma dos poetas… ...voa livre nos caminhos, pelos rumos que escolheu. É testemunha confesso dos resquícios da saudade... ...pois, sem ela, é só metade diante à tudo que viveu.
17º Bivaque da Poesia GáuchaMatheus Costa
Este livro envelhecido Tem marcas que eu mesmo fiz E a própria vida hoje quis Dar conta do que guardei...
II Esteio da Poesia GaúchaMatheus Costa
O tempo puiu de sombras a pilcha do índio pobre... Mas não escondeu a poeira e o costumeiro relaxo
Matheus Costa
Rincão, caminho de esperas pra'o andante em tempo vago; Com silêncios que embriago o peito, quando tapera.
IV Colheita de Versos Abdon Batista - SCMatheus Costa
Quem me vê nada imagina Do que tenho por malgrado, Pois meu semblante bordado Não transparece jamais
III Esteio da Poesia GaúchaMatheus Costa
Tenho a pressa pela sina E o respeito aquerenciado Com a gêmea do meu corpo Talareando no outro lado,
14º Bivaque da Poesia GáuchaMatheus Costa
Para os olhos da tapera - curiosos e sonolentos - quanto mais vertem lamentos, mais recorda-se o que era.
VI Esteio da Poesia GaúchaMatheus Costa
Que destino, moça bela, Ter nascido Bem-Te-Vi Se meu canto - que era livre É prisioneiro de ti...
I Esteio da Poesia GaúchaMatheus Costa
Quem te assume, pobre moça renegada deste mundo? Escondida n’algum fundo, entre o ego e a ganância.
II Florada de Versos (Virtual) - Blumenau - SCMatheus Costa
I Quem cruzar (mesmo distante) sob o silêncio da alma,