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15 poesias
Luís Lopes de Souza
Aqui o tempo não urge a consciência me sepulta no mofo da solidão, como a larva do repúdio ruminando a realidade
Luís Lopes de Souza
Gaúcho...! Um baita Gaúcho!! Patrício miscigenado que na inquietude do tempo reza glórias e ressábios.
Luís Lopes de Souza
Como um mísero desprovido e coitado, só te ofereço um gesto acanhado e rude, este poema também pobre e tresloucado que ao teu sorriso alcançará plenitude...
Luís Lopes de Souza
Deixem falar o tropeiro pela memória do tempo... Pois o rol de sua memória é um lenitivo de glórias
Luís Lopes de Souza
Não... não será preciso uma estátua de quem foi um monumento sem pretensões simplesmente... Sua memória é um ementário
Luís Lopes de Souza
“...Deus deixou, segundo sua vontade as coisas fracas para confundir as fortes e as coisas loucas para confundir as sábias...”
Luís Lopes de Souza
Um sol solene e longínquo se fez lume da ribalta no palco do barbarismo...
Luís Lopes de Souza
Já faz tempo, muito tempo... Visto com certo malgrado enterrei velhos ressábios nos longes deste lugar,
Luís Lopes de Souza
Se a pedra ficar polida meu labor não foi a esmo... Quando me for, vou cantando in memória de mim mesmo....
Luís Lopes de Souza
DEUS... por regra da criação fez o tempo em três etapas... e os chamava de irmãos. O mais velho era o PASSADO!
Luís Lopes de Souza
"Me gusta" de um verso livre... Velhas primícias prosaicas desprovidas de resumo. ... munícios para o consumo
Luís Lopes de Souza
Na areia da ampulheta germina a desilusão, se o resumo da colheita não enche a cova da mão...
Luís Lopes de Souza
Do luzeiro incandescente sobeja só uma réstia... Esse corpo diminuto
Luís Lopes de Souza
Seu peito também tapera... Sua alma também ruína... Da estância, vagos sobejos Na palidez da retina...
Luís Lopes de Souza
O vento sola milongas Em monótonos rituais Num salmodiar aos que passam No rumo do nunca mais