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3 poesias
Xirú Antunes
A água azul da cacimba, subiu a estrada da sanga, Matando a sede da estância, Cantando um canto molhado,
Xirú Antunes
Pelos galpões da Querência vi homens rondando agostos com olhares de setembro, adivinhavam seus medos
Xirú Antunes
Eu não te vejo tapera, No meu olhar de interior Aceso em cada lembrança, Que moldou meu jeito manso,