Carregando poesias…Acervo
4 poesias
Luís César Soares
O minuano matreiro timbra os ares com assobios compassados... De carancho, adentra os ranchos nessas invernias xucras,
Luís César Soares
O ipê semeando flores ao vento… O tranco lerdo do cavalo… A carrocinha… O leiteiro… Minha mão junto a mão de meu pai,
Luís César Soares
“Meus pés inquietos Dançam a milonga do vento, Ventito morno, vaqueano de tormenta... Essa tropilha de nuvens cinzentas
Luís César Soares
Num findar de tarde mormacento... Por birra com o angico, o Jacarandá roceiro pulou o alambrado, e foi crescer na beira do barranco abaixo do olho d’água. Queria fazer sombra pra cacimba!