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5 poesias
Léo Ribeiro de Souza
Trago ao reponte um destino, um fado, e que me prende a cultivar raízes correntes de aço, grilhões bem cadeados silenciosos, densos, invisíveis.
Léo Ribeiro de Souza
Te bombeando, assim, dormindo, neste quarto decorado, fico horas ao teu lado te acariciando e sorrindo.
Léo Ribeiro de Souza
- Estou ouvindo os tambores... ... e vem lá do Morro Alto! Cruzam, no mais, o asfalto expressando os seus valores.
Léo Ribeiro de Souza
Repisando o próprio rastro que ficou petrificado nos lamaçais, por três dias, quando desceram as quebradas da Serra da Bananeira rumo a Conceição do Arroio.
Léo Ribeiro de Souza
I Pele de bugre, de marrom praieiro, matiz de bronze destes memoriais, couro curtido dentre os canaviais