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4 poesias
Adão Quevedo
da Silva Filho) Dona Isaura já beirava um século de existência,
Adão Quevedo
Morreu o velho Sobral... Que pena, que judiaria... Nunca mais a poesia terá outro poeta igual. Ele era o menestrel, dos mendigos, dos sem nada. O que alma lhe ditava, nem precisava papel,
Adão Quevedo
O punhal que me feriu, não foi por mão inimiga, nem por ofensa ou intriga... Era inocente o seu fio.
Adão Quevedo
Minha visão é tão clara quando recordo de ti, fisgando algum lambari num caniço de taquara.