Alma em Verso
Poeta

José Luiz Flores Moró

31 poesias

  • 4 Do Alfa ao Ômega

    José Luiz Flores Moró

    Havia uma rua... Uma noite de lua... E, inevitavelmente, um borracho... com a alma de uma estrela xirua...

    II Tertúlia da Poesia - Santa Maria
  • A Menina e os Pirilampos

    José Luiz Flores Moró

    O sonho galopava a juventude Por um tapete verde-musgo iluminado Quando a noite anoitecia as suas cortinas Para outra cena de contos e quimeras...

  • A Tasca da Terezona

    José Luiz Flores Moró

    Elas vieram se achegando Uma a uma.. Trazendo os corpos e os planos Empoeirados de lágrimas e estradas

  • Afogados

    José Luiz Flores Moró

    Mescla de barro e taquara Entaipei as quatro paredes, Cobrindo, devagarito, com feixes de santa-fé. Com leivas de tabatinga

  • Alma Tapera

    José Luiz Flores Moró

    Minha alma também é uma tapera Oculta aos muitos matagais dos anos, Sementando os grãos dos desenganos Que o vento planta no final das tardes,

  • ânsias libertas

    José Luiz Flores Moró

    I Escancarei porteiras da minha alma Pra libertar alguns potros do passado

  • aquelas Luzes que perdi no dia

    José Luiz Flores Moró

    I É uma noite medonha... Muito fria, A que transponho solito... Cavalgando, Meio sem rumo, em trevas, procurando

  • Doces Bonecas

    José Luiz Flores Moró

    Dei luz à bruxa de pano Nos partos da brincadeira E beijei cabelos de linha Para mimar meu rebento!

  • Elo Perdido – José Luiz Moró

    José Luiz Flores Moró

    Um ar de bruma entre a janela aberta contrastando o sol em primavera que o setembro derruba na manhã... O pai-de-fogo morrendo no galpão

    V Esteio da Poesia Gaúcha
  • euvi

    José Luiz Flores Moró

    Eu vi Que tinham me visto E que riam das pilchas que visto Dia desses, na cidade...

  • Guerra e Lavra

    José Luiz Flores Moró

    Nesses tempos Já não havia tempo para a paz... A boiada foi pastar silêncios no fundo da invernada, O arado perdeu o jeito de brincar com a terra

  • Guerra e Lavra

    José Luiz Flores Moró

    Nesses tempos já não havia tempo para paz... A boiada foi pastar silêncios no fundo da invernada. O arado perdeu o jeito de brincar com a terra

  • LUZES DO CAMPO

    José Luiz Flores Moró

    Desde piazito que eu araganeava pelas lides teatinas das estâncias. Porém, necessitava ter constância e dar de rédeas à curiosidade,

  • Meu Mundo – José Luís Flores Moró

    José Luiz Flores Moró

    Meu mundo antigo é de lonjuras vastas pra além de mim, a me forjar a estampa! E faz pensar que esse universo todo é só um pedaço que se ergueu do pampa.

    I Festival Virtual Albeni do Carmo
  • Nas Buscas de Um Cinamomo

    José Luiz Flores Moró

    Nem sei se há em nós a mesma idade... Mas crescemos sorvendo o mesmo mate Que as manhãs derramam, feito orvalho, No corpo-caule da árvore-guri.

  • O Filho Varão

    José Luiz Flores Moró

    Quando os primeiros fios de barba me mancharam o rosto E a pompa de ser homem deu-me asas No nômade motriz dos meus sentidos, Parti do rancho ninho dos meus pais

  • Pago Vazio – José Luiz flores Moró

    José Luiz Flores Moró

    Sopra um minuano na pele do chão, Descansa o violão no colo de um banco E o pampa adormece num sono solito Ao lume proscrito de algum pirilampo...

    II Esteio da Poesia Gaúcha
  • Patas de Cavalo

    José Luiz Flores Moró

    Patas e patas de cavalo! Que o trecho é vago pra quem não tem rumo E a hora é longa pra quem não tem pressa!

  • Pechinchas

    José Luiz Flores Moró

    Ainda a pouco, Nas avenidas da cidade, Um índio velho oferecia, em altos brados, Quinquilharias que a ninguém interessava:

  • Pelos Caminhos das Cheias

    José Luiz Flores Moró

    Mas “oigate” mês de março Caborteiro e enchuvalhado ! Chorando léguas de mares Sobre os destinos molhados!

  • Pelos Sonetos da Guerra

    José Luiz Flores Moró

    Quando a primeira vez que fui à guerra, Perseguia meus instintos de guerreiro... De lança em punho... Como quem não erra...

    14º Bivaque da Poesia Gáucha