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3 poesias
Guilherme Suman
A parede que no tempo há muito se enfeia, Sem cor, sem graça, e um eito de estranha... Se prateia no cardar do fio das teias Uma tela tão perfeita pro tecido das aranhas.
Guilherme Suman
Entro solene à beira da porta. Arrasto um corpo que pouco se importa Em dar a resposta se vive ou se é Apenas carcaça inútil e morta
Guilherme Suman
I Em um prego amarronzado na parede Vai um quadro pequenino pendurado, Fazendo do passado mais presente