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9 poesias
Guilherme Collares
Amanhecidos silêncios revoam nas asas tristes dos tajãs pelas canhadas... E os espinilhos refletem,
Guilherme Collares
E foi assim que deixei meu pago: semeando sonhos pra colher saudades… …levando ausências de taperas nos olhos e silêncios de furnas guardados em mim…
Guilherme Collares
Rol de bens a inventariar: 20 quadras de campo de baixa qualidade; Casa, galpão e mangueiras muito antigos e mal conservados;
Guilherme Collares
- Don Antonio, toma um trago!... - que eu já tô quaje borracho e vô me empedá de vez! - ... que hoje, o assunto é mui largo
Guilherme Collares
Foi num tempo, há muito tempo Que este estória se passou. Tempo que os bichos falavam -Minha avó, assim contou:
Guilherme Collares
A correnteza é a lágrima que choram, as pedras mouras do porto das lavadeiras...
Guilherme Collares
- Que Deus maldiga a memória do índio Pampa bandido que matou o meu cavalo!... ... rumina Sargento Antonio
Guilherme Collares
Nove leitos de hospital, paredes e rostos alvos... ...e o Cristo crucificado, olhando - compadecido -
Guilherme Collares
Nasceu e morreu cavalo... ... e várias vezes veio a nascer... viver... e morrer cavalo...