Boneca de Pano
Salvador Fernando Lamberty
No baú de minha infância fui buscar inutilmente, minha boneca de pano, minha fiel confidente,
6 poesias
Salvador Fernando Lamberty
No baú de minha infância fui buscar inutilmente, minha boneca de pano, minha fiel confidente,
Salvador Fernando Lamberty
Os dias sempre são longos e as noites sempre pequenas... Menina, cuida as bonecas!
Salvador Fernando Lamberty
Já se cantou liberdade, Cantou-se a saga pampeana, Eu vim para cantar belezas Da linda prenda serrana.
Salvador Fernando Lamberty
Sou prendinha rio-grandense, Assim vestida de chita; Sou culta, guapa e bonita; Estrela alva que brilha...
Salvador Fernando Lamberty
Sou gaúcha fronteiriça do velho pago liberto, nasci num rancho modesto coberto de santa-fé...
Salvador Fernando Lamberty
Naquela noite radiante, Surgiu a lua no poente, Tão alva, quanto às estrelas, Tu surgiste de repente.