A Dor da Perda - Maximiliano Alves de Moraes
Maximiliano Alves de Moraes
Não sei se foi de saída Lá na barranca da sanga Ou na boca da picada Onde o zaino se assombrara
I Esteio da Poesia Gaúcha12 poesias
Maximiliano Alves de Moraes
Não sei se foi de saída Lá na barranca da sanga Ou na boca da picada Onde o zaino se assombrara
I Esteio da Poesia GaúchaMaximiliano Alves de Moraes
Resolvi fazer meu verso. O que deixo pra ser lido Quando eu tiver partido No meu vôo migratório.
IV Colheita de Versos Abdon Batista - SCMaximiliano Alves de Moraes
Sou do tempo em que ir ao povo Se levava dois, três dias. Quem ia aqui do Angico, Sesteava no Velho Nico
16º Bivaque da Poesia GaúchaMaximiliano Alves de Moraes
Quando a negra Juvência deu-lhe a luz em tarde fria não sabiam que o coitado luz jamais avistaria.
II Festival Querência Amada - RolanteMaximiliano Alves de Moraes
É sempre assim... Decisões são tomadas Em consulta com a razão, Mas a vida
II Festival Unidos pela Tradição (Virtual) - TapejaraMaximiliano Alves de Moraes
A noite estendia o poncho E o redomão rabicano Se desenhava na estrada Co’a sombra do luar cheio.
III Esteio da Poesia GaúchaMaximiliano Alves de Moraes
João Albino andava triste Porque a lã não vale nada! Não, Albino não era estancieiro,
Maximiliano Alves de Moraes
Hoje quero falar de mim! Nunca foi assim, Sempre falei pelos outros, Por aqueles que sentem
Maximiliano Alves de Moraes
O coração tem porteiras, E uma delas, é a visão! A vida é feita de imagens, E há algumas paisagens,
Maximiliano Alves de Moraes
Peço silêncio... Para que ouçam O que tenho a lhes dizer... De mim.
Maximiliano Alves de Moraes
Prestativo igual a ele Não havia outro! Sempre pronto pra quarteadas: Rodeio, alambre, tropedas,
17º Bivaque da Poesia GáuchaMaximiliano Alves de Moraes
I Terêncio!Pega o Baíto! Que esta tarde fez estrago Numa ponta de borregas!