7. Recanto do Sol Nascente
Jorge Luiz da Rosa Chaves
Naquela tarde medonha O minuano me “assoprou”... Que ali naquela coxilha
I Sinos do Verso Gaúcho10 poesias
Jorge Luiz da Rosa Chaves
Naquela tarde medonha O minuano me “assoprou”... Que ali naquela coxilha
I Sinos do Verso GaúchoJorge Luiz da Rosa Chaves
Lá onde o norte esconde o vento Há uma tapera viúva, Bisonha...a mirar os tempos.
Jorge Luiz da Rosa Chaves
Um tirador cabeludo bombacha, remento e pano. Botas de garrão de potros Ou...Tamancos castelhanos.
Jorge Luiz da Rosa Chaves
Nos sinuêlos risos das luzes do outubro, Quero ser ponteiro a tosar clinudos Com flecos de aurora... Aparar cascos pelas sombras tenras
Jorge Luiz da Rosa Chaves
Fui taura do couro grosso Em pingos de toda estampa, Recorrendo campos largos Na pátria bagual - a pampa!
Jorge Luiz da Rosa Chaves
Voltiei meu flete na rédea... e me parei contra o vento empacado no meu trono, remoendo léguas perdidas
Jorge Luiz da Rosa Chaves
To de volta aos meus pensares. Bebo dos ares do pampa num escarcéu de emoções
II Festival Querência Amada - RolanteJorge Luiz da Rosa Chaves
Duas rodas bem ferradas Cortando o chão de mansinho, Riscando longos caminhos Em direção aos povoados.
Jorge Luiz da Rosa Chaves
Pra quem traz a sina De um rumo certo perdido de si... Por encruzilhadas tão enforquilhadas Como eu já me vi,
Jorge Luiz da Rosa Chaves
Pra quem traz a sina De um rumo certo perdido de si... Por encruzilhadas tão enforquilhadas Como eu já me vi,