Carta ao Amigo Rio Grande
João Antônio Marin Hoffmann
Meu velho amigo Rio Grande, Na voz dos bichos, da chuva, a noite pranta lamentos, Pois é tempo d’invernia destoutro lado da terra. . . Também eu, choro o momento ao te contar tal enredo,
11 poesias
João Antônio Marin Hoffmann
Meu velho amigo Rio Grande, Na voz dos bichos, da chuva, a noite pranta lamentos, Pois é tempo d’invernia destoutro lado da terra. . . Também eu, choro o momento ao te contar tal enredo,
João Antônio Marin Hoffmann
A vida (este parêntesis) entre nascimento e morte, É um intervalo de tempo com todo tipo de sorte... Pr'alguns cancha reta muito curta, vivida de forma agreste, Mas não foi pra o João da Nica, que viveu na plenitude
João Antônio Marin Hoffmann
Via Mar em Canto – Arroio do Sal 1º Lugar Poesia e 1º Lugar Intérprete: Ayrton Machado Qual palavra proferida, que não retorna pra fonte,
João Antônio Marin Hoffmann
João Marin e Sebastião Correa Quando o sol vai repontado Pela lua no horizonte...
João Antônio Marin Hoffmann
Juarez Machado de Farias e João Marim A paisagem que eu carrego na garupa da lembrança
João Antônio Marin Hoffmann
João A. Marin Hoffmann – Sebastião Teixeira Corrêa Retesou-se o nó dos dedos, quando beijou a madeira. Isaura, sempre a primeira nas lides do amanhecer, Da porta de duas abas, frinchou o cume da mesma,
Sebastião Teixeira Corrêa e João Antônio Marin Hoffmann
Prás bandas do palmital, onde o sal tempera o chão, Nas manhãs frias de julho a lida desperta o sol, Pr’alguns Joões que a vida, não foi assim generosa, Pois, nesta plaga arenosa, quando opções se consomem,
Sebastião Teixeira Corrêa e João Antônio Marin Hoffmann
A mão cansada do velho A muito custo segura O frágil braço do neto, Na iminência do abismo
I Querência da Poesia Xucra - VirtualSebastião Teixeira Corrêa e João Antônio Marin Hoffmann
Matear ao pé do fogo divaga nossos pensares, E nestas horas que a gente dá asas pro pensamento... O meu, engarupou-se no vento,
II Querência da Poesia XucraSebastião Teixeira Corrêa e João Antônio Marin Hoffmann
Por de sol é fim de tarde. Cambona escuta calada Do braseiro o cochichado… A fumaça matizada
João Antônio Marin Hoffmann
Tava incrustrado no couro, já era herança de vidas... Queria cambiar deveras, de posteiro, minha lida, Quando o capataz matreiro deu-me um presente de grego, Já me esperava ençilhado, o maula de cabos negros...