A Utilidade do Sebo
João Alves Garcia
Depois que peste suína Acabou com a porcada Nunca mais pude comer Uma polenta engraxada.
9 poesias
João Alves Garcia
Depois que peste suína Acabou com a porcada Nunca mais pude comer Uma polenta engraxada.
João Alves Garcia
Quando São José do Ouro À Lagoa, pertencia, Um índio por lá vivia Sua velhice intretendo
João Alves Garcia
Sou um caçador de fama Lá de São José do Ouro Mato coruja de dia Daquelas que faz agouro
João Alves Garcia
Nos tempos de delegado Meu amigo Enor sofria Nos quatro cantos do pago Diariamente o pau comia.
João Alves Garcia
No dia que ele nasceu A lua estava virada Lá no meio da indiada Do velho Cacique Doble
João Alves Garcia
Eu vou cantar a vocês O que aconteceu nesses dias, Na bodega do Florêncio Por lá tudo era alegria.
João Alves Garcia
Dei um pialo na memória Embora meio esgotada Pra contentar a indiada Deste glorioso rincão
João Alves Garcia
Lá em São José do Ouro Uma terra mui gaúcha Conheci o negro Tucha Tinha dois metros de altura
João Alves Garcia
Quando bate a urucubaca No seco o índio se atola Precisei ir no comércio Pro comprar uma viola