A CAIXA DOS SONHOS DESFEITOS
Bianca Bergmann e Carlos Omar Villela Gomes
Quando eu abri os meus olhos E enfim notei esse mundo, Tinha ânsias de saber, De onde vinham os ventos?!
13 poesias
Bianca Bergmann e Carlos Omar Villela Gomes
Quando eu abri os meus olhos E enfim notei esse mundo, Tinha ânsias de saber, De onde vinham os ventos?!
Bianca Bergmann
Nessas horas de saudade, Quando o vento cerca o rancho com seus passos de surdina... O inverno se aproxima, pra me dar um “Oh de casa!” E anunciar que esta noite será de forte geada.
Bianca Bergmann
Eu sei que homem não chora, Mas hoje eu preciso chorar. Deixar chover meus sentimentos, Para descarregar o peso
Bianca Bergmann
O dia amanheceu cinzento... Eu não queria que fosse assim! Queria um belo arco-íris E as cores da primavera
Bianca Bergmann
Eu Não Queria te Amar Eu não queria te amar! Só eu sei por quantas vezes os meus versos se perderam,
Bianca Bergmann
Eu caí em meu próprio esquecimento... Esqueci-me de quem sou... De onde venho... De certeza... sei apenas que estou vivo,
Bianca Bergmann
Amargurando as partidas, Desafiando as estradas... Se vai pela vida estranha Sem limites, nem lugar.
Bianca Bergmann
Como eram lindas Minhas tardes quentes Nos verões da infância!
Bianca Bergmann
Quando a solidão se achega e para na porta do rancho A tristeza por parceira puxa prosa com a saudade. Acendo as brasas, queimando sonhos e planos. Lágrimas buscam o rosto se olhos negam abrigo.
Bianca Bergmann
Nesses remansos costeiros... Talvez eu seja o primeiro A me livrar das maneias, Pra descobrir as belezas
Bianca Bergmann
As nuvens cansaram de mudar... Talvez seja porque os ventos, Já não sopram como antes, Ou quem sabe por que os rumos
Bianca Bergmann
A canção da saparia vem acordar o silêncio Que adormecido pousava nos confins desses rincões Ao findar a lida, os peões voltam pro rancho A bicharada ao tranquito se recolhe nos galpões
Bianca Bergmann
"Em nome do Pai... Do filho e do Espírito Santo. Amém." Me perdoem por favor