Um Chimarão para Osorio
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Nas madrugadas pampianas Nos combates mais sangrentos quando o gaúcho mateia não desbordava peleia, a própria História escarceia não temia noite feia impregnando savanas. nem os dias mais cinzentos. Entre as nações soberanas Se revive em monumentos que numa tríplice aliança, sabemos que o mereceu de espada, garrucha e lança, e a espada que recebeu, à sombra de três bandeiras, como as comendas de glória, nossas Armas brasileiras são as relíquias da História impuseram liderança! que o grande Osório escreveu!
Chefe supremo – um soldado Conduzir seus comandados egresso do campo aberto, no caminho do dever cavalariano, por certo sem jamais esmorecer nas fileiras lapidado. foram princípios sagrados Comandante idolatrado regiamente comprovados que eternizou seu comando. na Guerra do Paraguai. Um gaúcho liderando De um centauro que não cai que até nas horas ingratas só Deus apaga o candeeiro. as auroras maragatas Onde mandava um lanceiro já o encontravam mateando! seu general também vai!
Osório – Marquês do Herval, Campanha da Cisplatina, Legendário, estrategista, Passo da Pátria, Avaí, bondade a perder de vista Itororó, Tuiuti, na alma de um general. são cargas de adrenalina Carisma descomunal, que o comandante aglutina porém sem ostentação. com honras de general. No verde do chimarrão Neste abraço espiritual beijava o Brasil sulino, explodindo em conteúdo, onde Osório, inda menino, um chimarrão topetudo gineteava redomão! ao nosso Marquês do Herval!