Campo Tombado
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Que pena, o campo tombando, Sob os discos de um arado A coxilha está chorando Por ter seu ventre rasgado.
Ninguém escuta os apelos Dos quero-queros que gritam. Seus ninhos, jamais vão vê-los, E tristemente se agitam.
Logo mais, os pesticidas, Abrirão outras feridas No seio virgem dos campos.
Silenciando a natureza. As sangas, as correntezas. As flores e os pirilampos.