Lua
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Na noite calma, ela surge, Um farol prata no céu escuro, A lua, serena e majestosa, Banha a terra com seu brilho intenso.
Seu rosto muda com as fases, Vai do crescente delicado ao cheio radiante, E na imensidão distante, Ela observa, paciente, nossas histórias.
Os dramas e as graças, O riso e as dores, O mundo em cores, Girando no seu ritmo constante.
É testemunha de amores perdidos, De sonhos vividos, De momentos esquecidos, E em seu brilho, encontramos paz.
Seu brilho suave acalma a alma inquieta, E guia os passos do coração, Da tábua das marés, produz a cheia, Quando se move, a luzir no infinito.
A lua, tão distante e tão próxima, Um espelho do nosso ser, Em suas crateras e mistérios, Há um reflexo do que podemos ser.
Então, olhamos para o céu noturno Saudando a lua com respeito e gratidão, No eterno ciclo, pronunciamos o futuro Na nova aurora que vem romper a escuridão.