Passos Vacilantes
Lembras-te amor o quanto era bonito Aquele tempo de ternura imensa, A desfolhar nós dois a mesma crença A sufocar nós dois o mesmo grito?
Olhar perdido dentro do infinito Sem compreender que houvesse desavença, Naquele tempo de ternura imensa Lembras-te amor o quanto era bonito?
Sei que não lembras porém não importa. Grita em minh’alma uma esperança morta Em holocausto aqueles tempos idos...
E hoje que andamos passos vacilantes, Vamos deixando mais e mais distantes Tempos felizes por nós dois vividos.