Fiador da Lealdade
Publicado em
Meu grito de oh de casa! Já faz parte do passado, É cinza do fogo sem brasa, Um costume que já foi soterrado.
Dei um urro na querência Que fez estremecer a tapera. Um eco em decadência, Enfrentando a nova era.
Encontrei o sinal da mordaça, Que soterrou os mananciais. Veio o sermão da natureza, a seca causando os funerais.
Tudo o que antigo se termina, Com a chegada da evolução. Morre os costumes do pago, Quando o peão sai do rincão.
Pra quem viveu na liberdade, Dos campos e dos galpões; Será um fiador da lealdade, Para as futuras gerações!!!
Projeto: “Memória Viva do Galpão”, CD temático ao galpão com poemas gaúchos infantis interpretados por crianças.