Estrelas da Minha Infância
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Essas estrelas brilhantes da minha infância, Povoam a noite, com seu lençol de esperança. A lua prateada me espiava pela janela, E a brincadeira das Marias era a mais bela.
Cinco estrelinhas na minha mão pequenina, Uma porção de magia, que alegria divina! Joguei todas pro ar, num gesto de encanto, E com um sorriso no rosto, eu fui brincando.
Uma estrelinha rápida, num zum bem certeiro, Lembro da vovó sorrindo, que menino(a) faceiro(a)! Deixei as estrelinhas no chão, em seu doce repouso, E uma na mão para voar novamente em arremesso.
Presto atenção... e “zás”!! Como um trovão rápido eu peguei as estrelas que estavam no chão! Brincar é sentir a imaginação voar, É viver o imaginário, é se encantar.
No jogo das Marias, minha alma se diverte, Entre risos e gargalhadas, alegria que se renova. Cada criança vai brincando, sem medo ou receio, A simplicidade e a ingenuidade na magia das horas.
Estrelas da minha infância, eternas companheiras das brincadeiras inocentes povoadas de esperança. A magia dos momentos e os mágicos sentimentos estão guardados no meu pequeno coração de criança.
Assim, entre estrelas e risadas sem fim, mesmo num mundo moderno, sou criança, Pois a verdadeira magia não se perde no tempo, Está em cada momento, no lúdico da infância.