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Boto lenço no pescoço, Tapeio o chapéu na nuca; Não me assusto de alvoroço, Nem disparo de mutuca.
Pistola não me amofina, Nem adaga bem aguda; Só me assusto duma china Perna grossa e cabeluda.
Eu te vi, lembrei o pago, Chinoca qu’eu quero bem; Procurei o teu afago, Mas encontrei teu desdém.
Quieto, quieto, meu picaço, Quero alçar a linda flor, Que pealei de todo o laço, Na várzea do meu amor.
Quando uma china se assanha, Não ligo pra seu amor. Tomando um trago de canha Não sinto frio nem calor.