Chuvarada
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Aí foi o mate, meu patrício, agarre, chupe no mais, enquanto a chuva passa, que apague o pó, que faça lodo, embarre, que a seca é braba, de sair fumaça! a "manga" é grande, meu patrício, olhe, já fez lagoa, no moirão da frente, deixe no mais, o seu "recau" que molhe, senão a chuva pára, de repente!
Espanta a chuva, muitos dizem, creio; é que não presta recolher arreio, tempo de seca, quando o céu embarra. bombeie só que a chuva, meu patrício, algum "mamau" do céu, que desperdício, abriu o fundo do barril, por farra!