Campereada
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Hoje, parei rodeio na fazenda da vida!... Apartei um bom lote de alegrias pra o saladeiro duma despedida...
Recorri a invernada do presente, - onde inda existe o refugo do passado - tinha gado gordo, gado magro, e algum terneiro pesteado...
O campo da estância está apertado! O pingo do meu pensamento está delgado e fogoso, mas não pude conseguir meu intento...
Levei quase todo o dia, e não fiz passar a pandilha das saudades para a invernada do esquecimento. É teimosa essa pandilha! Ficou bufindo, com a égua-madrinha da tristeza, no alto da coxilha...
Não gosto destas teimosias. Dei de rédea e voltei tranqueando, e vi que todo meu esforço foi em vão... e trotei... repontando a tropilha dos meus dias rumo à mangueira donde todos vão...