Costumes Gauchescos
Andréia Silva Santos
O gaúcho tem muitos costumes, De aprender, de fazer ou até mesmo de comer, por exemplo. O gaúcho come churrasco
5 edições · 34 poesias
Andréia Silva Santos
O gaúcho tem muitos costumes, De aprender, de fazer ou até mesmo de comer, por exemplo. O gaúcho come churrasco
Julio Cezar Werner
O gaúcho é aquele cara tolerante, Em que todos os dias, Acorda pra tomar aquele mate. Em que os dias que passa,
Gabriela da Luz
Churrasco e chimarrão Roda de gaita no galpão. Muita música tradicionalista, Na fazenda Boa Vista.
Carlos Omar Villela Gomes
Quando o sol caiu não solucei, Enchi o peito com o ar que ainda tinha E pensando estar pensando não pensei.
Sebastião Teixeira Corrêa e João Antônio Marin Hoffmann
Matear ao pé do fogo divaga nossos pensares, E nestas horas que a gente dá asas pro pensamento... O meu, engarupou-se no vento,
Roberto Mara
Em nome do pai... do filho... Buenos dias, solidão... Quem volta pra querência,
Vaine Darde
Moça do sorriso claro como aurora de setembro, de outro riso, não me lembro, luzindo em matizes raros
Zeca Alves
Matreiro,olhar desconfiado É claro!criado “solito” Lembro daquele “piazito” Retoçando em frente “as casa”,
Sebastião Teixeira Corrêa
Por onde andarão os versos Que escrevi nas madrugadas, Quando a aurora da vida Chegava batento cascos
Gilberto Trindade
O galo canta no pago, evocando rebeldias… E o seu canto é como açoite tocando as trevas da noite,
Luís Lopes de Souza
Joelhos rotos vão semeando gotas rubras no trajeto de tortura e de louvor, a carne viva cada vez fica mais viva num martírio que exorciza a própria dor.
Rodrigo Bauer e Gujo Teixeira
Dom Quixote ressonava dentro de um livro esquecido, quando acordou assustado por um estranho ruído! Uma traça devorava uma página amarela, seu destino era “traçado” e triturado por ela!
Luciano Salerno
A tarde fecha-se toda Por entre a terra e o céu! Um aroma de liberdade Descansa no horizonte.
Cristiano Ferreira Pereira
O justo destino ter, Campeando sempre a justiça, Por ser justo e merecer.
Rodrigo Borges Bueno
Peregrinou pela pampa... Tordilho de toda a crina Na rebeldia teatina de um andejar inconstante Destino itinerante de repensar os valores
Joseti Gomes
Loucura que chega sem data ou recado Que fosse, pra gente saber, de antemão... Loucura de dia, de noite, de tarde, De ‘Lurdes, tão moça, tão determinada,
Kayke Mello
Toda a estrada poeirenta, Cria um rascunho de imagens De se apagar com as aragens E se amansar pós tormenta.
Anderson Fonseca e Mateus Neves da Fontoura
Novos tempos... velhos rastros! E a ilusão povoeira vai seguindo a sina de fazer estrada... Parece mesmo que até o campo resolveu fazer as malas... ...e agora, desarranchado, também se fez incerteza.
Edson Marcelo Spode
Antigos tambores rufavam Por pulsos negros libertos Brindando os ritos incertos Gestas tribais de uma gente
Gilberto Trindade
A tarde já se entregava No comércio dos Fagundes, Há muito a carreira grande Tinha cumprido a função,
José Mauro Ribeiro Nardes e Francisco Carneiro Neto
A se julgar pela sombra, Era meio dia e meia, Enquanto o dono sesteia, O cusco cuida da tropa,
Alberto Sales
O badalar do sino Se deu voz a quieta manhã Contraponteando com as patas Dum mouro delgado estradeiro,
Caine Teixeira Garcia
Houve um tempo em que a saudade Era um caminho... Houve um tempo em que o caminho Era esperança!
Tatiane da Rosa Crestani
No espinhaço dos caminhos, Há um vazio que silencia E invade a espera do sono Dos que resistem à mordaça,